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Visual Merchandising e Vitrine

O Visual Merchandising e a Vitrine causam um grande impacto no faturamento das lojas, claro que também é necessário investir para atrair olhares dos clientes.  Um breve passeio pelos corredores dos shoppings de luxo da capital pode ser uma experiência de encher os olhos. Os produtos se misturam a instalação como obras de arte.

Pensando nesta etapa, nossos alunos, desenharam alguns projetos de vitrines extraordinárias.  Confira:

Inspiração: Vitrines

O desenho da vitrine ou do espaço interno de um ambiente comercial é parte importante da implementação do projeto de Visual Merchandising. Nele, o profissional consegue mostrar, em medidas de escala, todos os elementos que irão compor a identidade visual deste ponto de venda.
No curso de Visual Merchanising e Vitrine da Sigbol, os alunos são estimulados diversas vezes a desenhar vitrines cenográficas, layouts ou plantas baixas para diferentes pontos de venda, como farmácia e lojas de moda, assim como os cortes internos no PDV, com o intuito de mostrar a locação dos expositores, caixa, provadores e outros elementos.
Nos desenhos abaixo, os alunos mostraram sua criatividade em concepções artísticas de vitrines cenográficas de lojas de acessórios.

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Por Danilo Centemero, professor de Visual Merchandising da Sigbol Fashion.

Você sabe o que é layout de loja?

O início de um projeto de visual merchandising dá-se pelo projeto do layout do estabelecimento ou planta baixa. O layout é a organização fundamental em escala dos elementos que compõem o ponto de venda: provadores, caixas, vitrine, entrada/saída, expositores e complementos. A foto exemplifica uma planta baixa de uma loja de roupas. Em ambientes comerciais de roupas ou acessórios (joias, sapatos etc), opta-se pelo layout fluxo livre, onde os equipamentos e zonas do PDV são dispostos de forma a incentivar o cliente a percorrer todo o espaço comercial, com o intuito de que ele encontre um maior número de produtos e compre mais itens do que havia planejado.

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Há ainda os layouts butique, balcão pista de corrida, grade, entre outros. No curso de Visual Merchandising da Sigbol você aprenderá as diferenças entre eles e a projetar a planta baixa de um ambiente comercial. Informa-se!

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Por Danilo Centemero, professor de Visual Merchandising e Vitrine da Sigbol.

Você sabe o que é um FLAGSHIP?

O projeto de um ambiente comercial deve levar em consideração uma série de elementos para que seja bem-sucedido. O objetivo final é ter um ambiente de compra prazeroso, com o intuito de motivar e influenciar as decisões de compra, instigando o cliente a percorrer todo o ponto de venda e levar mais mercadorias do que havia planejado.

O elemento crucial para o visual merchandiser arquitetar o design da loja é entender quais são as particularidades daquela marca. O estudo do público-alvo, do comportamento dos consumidores daquela região, do plano de branding e da localização da loja são fundamentais para o sucesso do negócio. Para uma empresa já bem estabelecida no mercado e que possui mais de um ponto de venda, a abertura de uma flagship é uma ótima decisão: contribui para o fortalecimento da identidade da marca e, além disso, gera muita publicidade.

A flagship tem o importante papel de liderança nas regras visuais e de serviços. Todas as demais lojas da rede deverão seguir os padrões da VM. Manter a paleta de cores, o design dos expositores, complementos e manequins, além do tipo de piso, da cor da iluminação e de todos componentes visuais do PDV é obrigatório.

A flagship proporciona ao cliente uma experiência de compra única. Em geral, essas lojas têm dimensão maior do que as demais da rede e, com isso, conseguem oferecer um ambiente instigante. É difícil aplicar toda essa ambientação de loja aos demais pontos de venda da marca. Assim, o papel da equipe de visual merchandising é adaptar e inserir essas características nos demais PDV’s.

Há muitos exemplos de flasgships na cidade de São Paulo. Seguem abaixo alguns deles – a maioria fica na região dos Jardins:

1)    Galeria Melissa, na rua Oscar Freire foto 1

2)    Havaianas, na rua Oscar Freire

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3)    Chilli Beans, na rua Oscar Freire foto 3

4)    Riachuelo, na avenida Paulista foto 4

5)  C&A, no Shopping Iguatemi foto 5

6)    Gucci, no Shopping Iguatemi foto 6

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Por Danilo Centemero, professor de Vitrine e Visual Merchandising da Sigbol Fashion.

Referências: 1234567.

A Dinâmica das cores

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Você sabia que as cores podem te influenciar na hora de comprar uma roupa? Não? Então nós vamos te explicar o motivo.

A harmonia das cores é um dos principais elementos de uma vitrine, possuindo diferentes efeitos. Mas antes é necessário avaliar o público que se deseja atingir, o contexto e o produto.

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Muitas cores levam os clientes a impulsos de compra sem que percebam, na verdade está no subconsciente junto com outros fatores como: classe social e cultural, idade e a região onde se vive, estação, etc.

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Nesse quesito, é preciso tomar um cuidado para não misturar exageradamente as cores e acabar criando uma poluição visual. Se a combinação de cores gerar um desconforto visual nos consumidores, a vitrine atingirá o efeito oposto ao desejado e espantará a clientela.

Então, a melhor receita é fazer vários testes antes de colocar em prática, analise seu público e contrate sempre um profissional.

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Quer aprender mais sobre Visual Merchandising e Vitrine? Se inscreva em nosso Workshop e venha conhecer nosso curso:

Workshop Visual Merchandising e Vitrine

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Por Paola Sanguin, professora do núcleo de Criação Sigbol Fashion

Referências: Apostila de Visual Merchandising e Vitrine Sigbol Fashion, 1, 2, 3.