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A importância de ter uma equipe de vendas bem treinada

É muito importante nos dias de hoje que a equipe de vendas de determinada marca tenha conhecimentos reais para poder auxiliar o cliente na hora das compras.

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Não é todo mundo que tem “senso fashion”, ou seja, que sabe combinar as peças, as cores, estampas e que sabe o que fica melhor na sua silhueta, como valorizar as formas do corpo. Portanto o Consultor de Moda pode e deve auxiliar o cliente a fazer as melhores escolhas.

Hoje em dia chamamos de Consultor de Moda, o vendedor que passou pelo treinamento de um personal stylist.

A maioria das lojas e marcas já se atentaram para o fato de que o vendedor não deve apenas vender as roupas, mas ajudar o cliente a se vestir, de acordo com seu estilo, silhueta e necessidades reais.

Os clientes estão cada vez mais bem informados e portanto não suportam mais opiniões “erradas “ de vendedores .

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Um vendedor bem treinado fideliza o cliente. Este se sente valorizado na loja e se torna fiel à marca. Não sente que o vendedor está apenas querendo empurrar as peças de roupa.

Uma boa equipe de vendas (consultores de moda) agrega valor à marca e aumenta os lucros dela!

Quer saber mais? Venha estudar com a gente!

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Por Andreah Muniz – Professora de Personal Stylist da Sigbol Fashion

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Estilista, como vender seu trabalho?

Hoje quero falar com vocês, estilistas ou futuros estilistas. Quero dar umas dicas de como podem divulgar seus trabalhos.

Na profissão de estilista podemos trabalhar para uma marca ou grife famosa, criando suas coleções, podemos trabalhar para marcas menores também, como as confecções localizadas na região do Braz (Polo Moda) e Bom Retiro na criação das peças.

Mas também é possível trabalhar para mais de uma marca ao mesmo tempo. Isso seria um trabalho de freelancer. Você cria coleções distintas para marcas ou confecções diferentes.

E quero dividir com vocês um meio de divulgação dos meus trabalhos como estilista, mostrando uma maneira diferente de prestar esse serviço. Nesse ano, criei um site: I Love Fashion Virtual, que funciona por assinatura, onde crio uma coleção e coloco os modelos nesse site! Os modelos podem ser baixados e imprimidos pelas confecções na hora que quiserem e depois é só passar para o modelista reproduzir as peças.

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Apenas assinando o site é que o cliente (confecções e marcas) tem acesso a esses modelos. É uma forma de vender meu trabalho via internet!

No site, o cliente encontra informações de Tendências, Cartela de Cores da Estação, Tecidos e Estampas que estarão em alta, a coleção (no caso verão 2015) e também coloco modelos usados nas Novelas e pelas principais Blogueiras.

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Para você, jovem estilista que está começando agora, uma dica é criar um blog e colocar suas criações lá, para funcionar como um portfólio online mesmo. Isso facilita até mesmo para as marcas que querem contratar seus serviços!

Gostou da ideia? Então corra e monte o seu agora mesmo!!

#ficaadica

Por Andreah Muniz – professora de Personal Stylist da Sigbol Fashion

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Saiba um pouco mais sobre o curso de Visual Merchandising & Vitrine

O Visual Merchandising nasceu na década de 1840 com o surgimento das grandes lojas de departamento. O fenômeno começou na França, e ficou restrito à capital, Paris, por um tempo. Em 1852, Le Bon Marchê abriu sua primeira loja. A partir daí, o VM se difundiu para os Estados Unidos e se firmou como técnica imprescindível para alavancar as vendas e atrair clientes para dentro do ponto de venda.

Presenciamos, a partir de 1852, o surgimento das primeiras vitrines cenográficas, o que culminou com o aparecimento da tecnologia para produzir grandes vidraças. As vitrines eram verdadeiros cenários – muitas vezes, até bem teatrais.

O Visual Merchandising hoje é aplicado em diversos setores do mercado, lojas de moda e acessórios (enfoque do curso Visual Merchandising e vitrine da Sigbol), centros de estética, cabeleireiro, barbearia, floricultura, supermercado etc. O objetivo é atrair o cliente para dentro do ponto de venda com uma vitrine esteticamente convidativa. Algumas técnicas são empregadas e geram um excelente resultado, por exemplo, escolher 2 ou 3 cores apenas e compor todos os looks dos manequins.

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Pode-se dispor os produtos em desníveis, aguçando o olhar do cliente em observar todo o contexto da vitrine

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ou utilizar a repetição de um mesmo elemento para produzir uma cenografia de fácil compreensão e impactante. Neste caso, cilindros com acabamento metalizado.

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Uma vez que o cliente está dentro do PDV, o intuito é aproximar ao máximo o produto do cliente, direcionar sua atenção, facilitar sua locomoção dentro da loja. De maneira geral, proporcionar ao cliente uma experiência agradável e positiva. O design da loja, também chamado de atmosfera de compra, deve ser adequado ao público-alvo e ao produto comercializado.

Aprenda estas técnicas e muitas outras no curso de Visual Merchandising & Vitrine para o Varejo de Moda da Sigbol.

Atualmente, no Brasil, vemos o VM ganhando força em lojas de todos os portes, das maiores às pequenas. Todas têm um grande objetivo em comum ao contratar profissionais de VM para cuidar do ponto de venda: o de alavancar suas vendas.

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Por Danilo Centemero – Professor de Visual Merchandising e Vitrine da Sigbol Fashion

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