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A cor de 2018: Ultra Violet

A Pantone divulgou na primeira semana de dezembro a cor de 2018: o Ultra Violet. A cor escolhida reflete a necessidade de criatividade e imaginação. É um tom ligado a ousadia e ao misticismo, a energia de transformação.

A paleta definida pela pantone influencia setores como moda e design, mas a escolha é feita levando em consideração o contexto do mundo atual. Em 2017, por exemplo o Greenery foi escolhido como uma forma de sugerir novos começos, já o Ultra Violet, vem com uma proposta diferente: trazer uma maior reflexão e consciência.

O Greenery não agradou muitas pessoas no ano passado e apesar do novo tom do ano dividir opiniões ( principalmente na decoração), muitos parecem animados com a escolha. A variação de roxo pode ser usada de diversas maneiras como em um look monocromático, com peças em tons azuis ou vermelhos, com a sua cor complementar o amarelo, com cores frias ou mesmo como a peça chave de uma roupa com tons neutros.

A tendência também está em alta no make up, podendo ser usado como batom ou sombra e para quem gosta de cabelos coloridos a cor também fica linda nos fios.

O que você achou da escolha da Pantone? Será que o Ultra Violet veio para ficar?

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Por Karine Holzmann, professora do Núcleo de Criação Sigbol Fashion

Referências: 1,2, 3,4,5, 7 e 8

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tendências de cores – Moda Infantil 2016.

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Todo mundo se preocupa com as tendências de moda com certa antecipação, vai separando o que tem no guarda-roupa para combinar com o que vai bombar na próxima estação, ou  encomendar um vestido na costureira, ou até mesmo começa a namorar uns tecidos com estampas super legais para usar.

E no universo infantil não é muito diferente! A moda tem crescido muito nesse segmento, apesar de ainda ter uma lacuna enorme de profissionais neste setor.

Hoje vamos falar um pouco sobre o que vai rolar por ai e sobre as cores em evidência para a próximas estação. Afinal, quando o assunto é a criançada, que está cada vez mais antenada na moda, e cansaram das coisinhas básicas.
Assim como na moda adulta, as tendências para roupa infantil ganharam mais espaço e, inclusive, já fazem parte do São Paulo Fashion Week. A moda infantil deixou de ser um artigo secundário e, atualmente, existem muitas marcas que vêm transformando esse mercado e se dedicando a criar peças de roupas que lançam tendências e são verdadeiras miniaturas das peças para adultos.
O número de possibilidades é cada dia maior, com modelos mais sofisticados, em tecidos nobres e mais encorpados. As estampas são mais ousadas e recebem muita inspiração vinda de outros países.

Uma combinação pouco inusitada é a principal tendência para 2016, o azul com amarelo que aparece em quase todas as coleções do verão para a moda infantil. O amarelo tem um destaque especial, ele é considerado a cor do ano para as crianças, talvez seja pelo enorme sucesso do filme “Minions” e as variações vão dos tons pastéis até os mais vibrantes.

Outras cores também estão com a presença confirmada como tendências para o verão 2015-2016 no universo da moda infantil, entre elas estão: o branco, o vermelho e alguns tons ácidos. A tonalidade varia desde tons mais claros e sutis até as cores mais vibrantes.

Branco:

Aparece principalmente em looks monocromáticos com variações de materiais.

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Amarelo:

É considerado a cor mais importante dessa temporada para setor infantil, em sintonia com as cores ácidas e vibrantes.painel 2

Tons Avermelhados:

Os tons quentes trabalhados em diferentes tonalidades, também são grandes apostas para o verão, como: o coral, o vermelho e o laranja. Destaca-se pela variedade de uso em look total, valorizando a monocromia. São cores de força e energia.

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Azul-índigo:

Os materiais que remetem a cor azul-índigo prometem ganhar bastante força neste verão, como: a malha, o couro e o tecido plano. Essa cor remete à calma, ajuda na concentração e pode provocar uma pequena melancolia.

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Tons Ácidos:

As cores em tons ácidos aparecerão tanto em peças estampadas, quanto em peças lisas e são ideais para trabalhar com temáticas artísticas e lúdicas.

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Por Natalina Porto, professora do Núcleo de Modelagem da Sigbol Fashion.

Referências: 1234567891011121314 e 15.

 

Chapéus: uma forte tendência para o inverno.

Vamos falar sobre Chapéus, de sua origem à sua forte tendência nesse inverno.

A palavra chapéu deriva de uma palavra do latim antigo, “cappa”, “capucho”, que significa “peça usada para cobrir a cabeça” e do francês antigo chapel atual chapeau.

O chapéu surgiu na pré história usado pelos homens que caçavam e cuidavam de suas tribos e clãs, eram responsáveis também pela defesa, residiam em lugares quentes e criaram estas peças para se  protegerem.

Porém os registros mais antigos sobre a existência do uso de chapéus e proteções para a cabeça, são do ano de 4.000 a.C., no Antigo Egito, Grécia e Babilônia, época em que era normal usarem faixas de tecido na cabeça, para prender e proteger os cabelos, algo mais semelhante aos turbantes, e eram usadas também cordas finas com essa mesma finalidade. A fita ou “bandana” usados hoje em dia tem referência nesses primeiros adornos.

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Mais tarde surgiram os turbantes, tiaras e coroas, que eram usadas pelos sacerdotes e pelos guerreiros, para definir status sociais. Os escravos na antiga Roma eram proibidos de usar chapéu, quando libertos, adotavam uma espécie de chapéu semelhante ao “Barrete” (boné em forma de cone com a ponta caída para o lado).

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Abaixo veremos os níveis sociais associados a cada tipo de chapéu. O primeiro considerado um chapéu, nasceu por volta do ano 2000 a.C. e tinha o nome de “Pétaso”, originário dos gregos tinha uma copa baixa e umas das abas largas, era usado em viagens, como forma de proteção, sua grande versatilidade de poder ser ajustado e retirado facilmente fizeram com que perdurasse na Europa durante toda a Idade Média.

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Na Idade Média, as igrejas não permitiam que nenhuma mulher mostrasse os cabelos em público. Por isso, usavam várias formas de esconderem o cabelo, a forma mais usada e simples, era um pano de linho que caía sobre os ombros e abaixo deles, os cabelos eram penteados para trás escondidos pelo chapéu e se aparecesse algum cabelo na testa, o cabelo era raspado para que não tirasse a atenção do chapéu.

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Véus de noiva e as mantilhas espanholas são o que sobreviveu da moda dessa época.

Conhecido como chapéu de fada ou bruxa, o ‘Hénnin’ (campanário), surgiu no ano de 1400, em forma de cone ponte agudo, com um longo véu preso na parte superior, também uma variação com dois cones.

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Logo depois surgiu outro adorno que tornou-se bem  popular , ‘Crespine’ (estrutura de arame em forma de chifres cilíndricos ou esféricos), os cabelos que eram divididos ao meio, torcidos nas laterais e colocados no que servia de apoio ao véu dando o formato de asas de borboleta ou de coração.

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Em 1500 começam a usar capuzes enfeitados com jóias e bordados.

No final do Séc. XVIII aparecem as primeiras chapelarias e após a Revolução Francesa surgem os gorros com abas largas, dotados de fita ou faixa com um nó abaixo do queixo.

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Em 1860 foram substituídos por chapéus que eram presos a cabeça por grampos.

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No início do séc. XX os penteados volumosos originaram chapéus grandes, e nas primeiras décadas os chapéus femininos foram evoluindo em formas e estilos variados.

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Os chapéus específicos de distinção profissional como o dos soldados, marinheiros, cozinheiros, entre outros ainda permanecem.

Atualmente os chapéus são acessórios e caracterizam vários estilos através das diferentes formas, materiais e cores.

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E também  é uma das grandes apostas de grifes nacionais e internacionais

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Nesse inverno use e abuse desse acessório, arrase!

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Por Pri Marx, Professora do Núcleo de Criação da Sigbol Fashion.

Referências: 123456789101112131415161718192021 e 22.

Ano Novo: Qual cor usar?

Todo ano as mulheres entram em conflito, na hora de escolher a cor do look para a festa de final de ano… branco,vermelho,rosa,amarelo ou dourado? Ó duvida cruel!!!

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Se você precisa de paz no coração, escolha o branco, mas lembre-se de bronzear , caso tenha pele branquinha. Para quem está com uns quilinhos a mais, aposte em modelagens que alongam a silhueta e cuidado com o excesso de detalhes.

Branco

Para mulheres que tem intenção de se apaixonar, apostem no vermelho. Essa cor além de representar energia e força de vontade, vai dar coragem para executar seus planos que ficaram o ano todo na gaveta.

Vermelho

Agora se você é uma mulher que busca inspiração e energias positivas, aposte no roxo, cor que está ligada a espiritualidade e criatividade. No passado, essa era a cor preferida dos reis e rainhas.

Roxo

Caso tenha perdido suas esperanças e queira resgatá-las, use verde, cor da fé, saúde, força e equilíbrio.

Verde

Para renovar sua energia neste novo ano, sem dúvida,vista looks em tons de laranja, cor de muita energia para encarar varias atividades, trabalho,estudos,etc. Essa cor também representa a sensualidade e é parceira dos relacionamentos.

Laranja

Mulheres que almejam ser amadas, apostem no rosa, cor do amor e também do amor próprio.

Rosa

Pra quem adora azul, aposte nesta cor, principalmente se está em busca de um ano tranquilo e se deseja ser uma pessoa mais calma, segura e prudente para novas decisões.

Azul

O amarelo está ligado ao bom humor, autoconfiança, sabedoria e para quem busca sucesso nas finanças.

Amarelo

O dourado também é uma cor “rica”, perfeita para quem está em busca de um ano próspero em todos os sentidos.

Dourado

A cor prata está ligada ao novo, é para pessoas que querem começar um ano com novos desafios.

Prata

Agora se está em busca de estabilidade, principalmente no amor, para o novo ano, aposte no nude.

Nude

Depois de conhecer os significados das cores é só escolher qual tem a sua cara e arrasar nas festas de final de ano.

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Por Elizangela Gomes professora do núcleo de criação da Sigbol Fashion

Referências: 1, 2, 34, 5.