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Fashion Revolution: A força positiva da moda

“O Fashion Revolution acredita no poder de transformação positiva da moda, e tem como principais objetivos  conscientizar sobre os impactos socioambientais do setor, celebrar as pessoas por trás das roupas, incentivar a transparência e fomentar a sustentabilidade”.

O movimento nasceu com a sensibilização do conselho global de profissionais da moda após o desabamento do edifício Rana Plaza em Bangladesh, causando a morte de 1.134 trabalhadores da indústria de confecção e mais de 2.500 feridos, tragédia que aconteceu no dia 24 de abril de 2013.

Realizado inicialmente no dia 24 de abril, o Fashion Revolution Day ganhou força e hoje tornou-se a Fashion Revolution Week, que conta com atividades promovidas por núcleos voluntários, em mais de 100 países. No Brasil atua há cinco anos.

E com o movimento surgiu a campanha #QuemFezMinhasRoupas para aumentar a conscientização sobre o verdadeiro custo da moda e seu impacto no mundo, em todas as fases do processo de produção e consumo.

Nada mais sustentável econômica e ambientalmente do que criar e confeccionar suas próprias roupas, aqui na Sigbol Fashion celebramos e compartilhamos cada peça feita pelos nossos alunos!

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Por Mayara Behlau, professora no Núcleo de Criação da Sigbol Fashion.

Referências: 1

Louboutin apresenta: O luxo dos materiais de descarte

O tema sustentabilidade ainda está em alta no mundo fashion, e para provar que as discussões vem gerando grandes mudanças e repercussão global a marca Christian Louboutin acaba de lançar a nova coleção de inverno 2018 que resgata materiais usados no processo de criação do ateliê.

A coleção “Loubi in Progress” conta com sapatos, bolsas e carteiras lindíssimas feitos com nada menos que plástico, fita métrica, papel kraft entre outros materiais, que em vez de ficarem “escondidos” dentro dos acessórios ganham protagonismo nas peças.

O interessante nessa inciativa é refletirmos que o luxo não necessariamente precisa estar ligado a matéria-prima, afinal quem recusaria um Louboutin mesmo feito com materiais descartáveis?

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Por Karine Holzmann, professora do Núcleo de Criação Sigbol Fashion

Referências: 1

 

Copa do mundo e sustentabilidade fashion

A princípio o título parece estranho, afinal o que sustentabilidade fashion tem a ver com futebol? E quer saber? Tudo! A marca PangeA prova que é possível trazer o simbolismo do jogo para as ruas de maneira sustentável, com nada menos do que bolas de futebol reutilizadas.

A coleção que é um verdadeiro exemplo de sustentabilidade ambiental,  é composta de bolsas, mala de viagem, suspensórios, cinto entre outros. As peças são feitas a mão, dispensando o uso de máquinas de costura,  e valorizam o desgaste original das bolas. É um trabalho minucioso, com a criação de bolsas que podem levar 1520 pontos ou mais para serem concluídas, isso sem levar em conta todo o processo de limpeza, colorização e desconstrução da matéria-prima coletada nos campos de futebol antes da fabricação das peças.

O design único confere um ar retrô aos acessórios em plena euforia da copa . A única pergunta que fica é você usaria uma bolsa “upcycling” para entrar no clima do maior evento de futebol do mundo?

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Por Karine Holzmann, professora do Núcleo de Criação Sigbol Fashion

Referência: 1 e 2

A sustentabilidade na moda

As questões de sustentabilidade social, econômica e ambiental têm ganhado bastante destaque na mídia e a Indústria da Moda.

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Pois na moda há grande consumo de peças, além de promover severa degradação nos rios a partir dos processos de tinturaria nas tecelagens. Hoje os brechós e a customização tornaram-se sinônimo de cool e os processos produtivos, como a tinturaria, estão cada vez mais limpos.

Marcas de moda upcycling transformam tecidos descartados em roupas originais stylo urbano-9

Mas como é possível colaborar com a sustentabilidade?

1. Reduzir – na indústria de confecção e varejo, a meta é reduzir retalhos de tecidos na gestão de resíduos e, para isso, hoje há softwares que otimizam o encaixe na hora do corte minimizando as perdas.

2. Reutilizar e Reciclarcustomização de peças que já foram usadas, isso pode significar o aproveitamento de retalhos para criação de novos modelos. Ou transformar de modo industrial, essa transformação deve ser química (última opção na gestão de um resíduo). Apesar que, hoje já existem processos de reciclagem em larga escala para tecidos sintéticos e naturais.

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Em nosso curso de customização você aprende técnicas básicas para renovar novas peças e até abrir seu próprio negócio.

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Por Paola Sanguin, professora do núcleo de criação da Sigbol Fashion

Referências: 1, 2, 3, 4, 5.

Moda e Sustentabilidade: Uma iniciativa na Farm!

A marca Farm nasceu em uma feira de moda, em um pequeno estande no Rio de Janeiro e logo se tornou uma grande rede de lojas espalhadas no país. Com o slogan “repensar, reduzir, reutilizar e reciclar” a marca carioca se une a Re-Roupa para lutar contra o desperdício.

O projeto focado na sustentabilidade cria novas peças com retalhos e sobras têxteis, investindo assim no upcycling – em resumo a reutilização de uma matéria-prima que era considerada como descarte. A coleção re-FARM conta com 200 peças que já começaram a ser vendidas no dia 06/12 nas lojas da Harmonia (SP), Ipanema (RJ) e no e-ccomerce.

A iniciativa é importante porque vai de encontro com um grande problema na indústria da moda: o desperdício. As grandes empresas não são as únicas responsáveis pelo acúmulo de resíduos no planeta, nos também contribuirmos quando jogamos as roupas fora ou consumimos desenfreadamente. Então, antes de descartarmos, seria interessante pensar para onde vai e como o desperdício nos afetará futuramente. Afinal, não é porque descartamos, que o lixo que produzimos deixa de ser nossa responsabilidade.

Existem muitas opções nos dias de hoje que minimizam esse cenário, como por exemplo, o consumo consciente, o reaproveitamento de peças e inclusive a doação de roupas que não usamos mais. Sabemos que uma pessoa não é capaz de mudar o mundo, mas quando um indivíduo se preocupa em fazer a sua parte, acaba incentivando outros a fazer o mesmo.

Pensando nisso, porque não começamos a reciclar nossas roupas e o lixo que produzimos? Se você não sabe por onde começar, temos uma super dica: o curso de customização da Sigbol Fashion! É um curso no qual transformamos as roupas, que cansamos de usar em um  novo hit da estação! Nele você poderá aprender a reutilizar materiais para repaginar a sua velha camisa ou criar sua própria carteira utilizando como base uma caixa de leite. Ficou interessada? Entre em contato com a unidade mais próxima e confira!

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Por Karine Holzmann, professora do Núcleo de Criação Sigbol Fashion

Referências: 1, 2, 3 e 4