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Fique de olho nas blogueiras plus size!

Depois que apareceram os blogs, ficou fácil ficar antenada no que está acontecendo no mundo da moda. Hoje existem vários, mas procure selecionar um que você se identifique.

A dica também é seguir meninas que tenham o mesmo tipo físico que o seu, assim as dicas funcionam. Com o surgimento do mercado Plus Size, também abriu caminho para blogueiras com este tipo de corpo, estilosas elas mostram que a moda é pra todas. Confira abaixo, alguns nomes que estão bombando no mundo da moda.

Ju Romano fala sobre moda plus size, também dá dicas sobre beleza e cuidados com o cabelo. Ela tem um blog no M de Mulher e é super bem humorada.1

Glenda Cardoso tem uma proposta muito boa, ela tem como objetivo ajudar a padronizar os tamanhos maiores no Brasil. No seu blog Curvilíneos, ela mostra o seu dia a dia e também de eventos ligados à moda plus size.2

Tanesha Awasthi é americana e tem seu blog desde 2011. De acordo com o site Forbes é uma das Top Lifestyle Blogger, ela se orgulha de ter um blog positive e também participa de movimentos para deixar  as mulheres mais poderosas.foto 6 foto 7

Gabi Gabifresh iniciou seu blog logo após o termino da faculdade, em 2008, desde então, ela cresceu a ponto de se tornar um sucesso. A maioria dos posts são looks do dia, com estilo despojado e minimalista.foto 8 foto 9

Kim além de blogueira é personal stylist e a proposta é ajudar as mulheres com curvas a encontrar o seu estilo pessoal. Em seu blog The Natural Fashionista, ela mostra que não há limites para looks de plus size, abusando de tons vibrantes e modelagens mais justas.3

Mia, blogueira alemã, possui um estilo edgy e, além de moda ela dá dicas de beleza, estilo de vida e alimentação em seu blog In Fat Style.4

Assa é de Mali, atualmente mora no Canadá. A blogueira além de looks do dia, costuma postar  no seu blog My Curces & Curls links de lojas e dicas de brechós em que se é possível encontrar a melhor oferta para peças plus size.5

Kellie Brown é de Nova York e escreve no seu blog And get dressed sobre moda, beleza e até feminismo. Dona de um estilo minimal, arrasa em produções com uma cartela de cores neutras.foto 19 foto 20

Amarachi  Ukchu é uma grande fã de croppeds e não se prende a nenhuma regra da moda , é ousada, não pensa duas vez antes de colocar uma foto de biquíni em seu site.6

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Por Elizangela Gomes, professora do Núcleo de Criação da Sigbol Fashion.

Referência: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26 e 27

História do corset.

No século XVIII eram chamados de bodies, pair of bodies e whalebone bodies, depois passaram a se chamar stays entre o século XVIII e início do século XIX, só depois em 1850 passaram a se chamar corset ou espartilho em português.

Para os amantes da peça, dizem que ele é um ícone da sensualidade feminina, para os que odeiam diz-se que e uma peça de dominância masculina e que as mulheres eram obrigadas a usá-la.

No início as peças eram feitas de barbatana de baleia e por isso ficavam muito rígidas, precisavam de tiras sobre os ombros para ser sustentadas e terminavam logo acima do osso pélvico, já os corsets de ferro eram pra quem tinha problemas de coluna.

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A peça começa a enfraquecer na Revolução Francesa e só em 1810 reaparece na França com um modelo que separa os seios, tendo um formato de ampulheta alongada ate os quadris, a partir de 1850 quando passa a se chamar corset muda o formato com mais ênfase à cintura e perdendo suas alças.

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De 1880 a 1890 a peça começa a ganhar nova forma com cintura mais fina e seios mais volumosos, em 1900 com a parte de trás mais curva dando uma forma de S à silhueta.

De 1902 a 1908 a peça começa a descer pelos quadris com ligamento com meias, depois ganha a versão descendo até as pernas e sendo usado com sutiãs, só então em 1917 começa a desaparecer com a primeira guerra.

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No final de 1940 que Christian Dior reintroduziu a peça com mais semelhança a um corselet, mas os originais e mais conhecidos surgem mesmo só em meados de 1980.

Quando a peça surgiu o intuito era para que dessem mais postura e os médicos acreditavam que o corpo era fraco e que era necessário para o crescimento das crianças, por isso é que crianças a partir dos 3 anos de idade já usavam a peça, os meninos paravam de usar com seus 6 ou 7 anos já as meninas por serem consideradas mais frágeis usavam por toda sua vida.

No fim dos anos de 1970 a peça ressurge entre os punks e góticos como uma peça externa, então se hoje usamos peça com estilo devemos a subcultura punk.

Em 1980 foi reinventada por estilistas como; Christian Lacroix, Vivienne Westwood, Thierry Mugler e Jean Paul Gaultier.

Não podemos deixar de citar Madonna que em 1980 foi responsável por tirar do corset a fama de peça opressiva da sexualidade feminina.

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Por Ana Paula, professora do Núcleo de Modelagem da Sigbol Fashion.

Referências: 1, 234 e 5.

Decotes: conheça alguns tipos e suas modelagens

Quando compra uma blusa, você costuma prestar atenção ao decote? Normalmente sim, mas o mais comum é atentar somente ao tamanho e não ao efeito que o formato dele terá sobre seu corpo, certo? Então decidimos fazer uma listinha de tipos de decotes, suas modelagens e o efeito corporal que produzem, para que, daqui pra frente, ele passe a valorizar sua silhueta!

Um ombro só: É um decote que deixa os braços e ombros em destaque, e cai bem em mulheres com braços mais finos e torneados. Também é super indicado para quem tem uma barriguinha saliente, pois a linha diagonal harmoniza proporções e passa a sensação de um corpo mais enxuto.

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Canoa: Um decote que chama a atenção para ombros e valoriza nuca e pescoço. É um dos modelos mais indicados para quem tem quadris largos, pois passa a impressão de que quadris e ombros estão na mesma proporção, criando um equilíbrio na silhueta.
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Ombro a ombro: também conhecido como cigano, dá ênfase aos ombros. No entanto, também é perfeito para disfarçar os quadris avantajados, já que equilibra as duas partes do corpo. É um dos preferidos das mulheres que têm os braços mais salientes, pois costuma deixar boa parte deles cobertos, disfarçando as gordurinhas extras.
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Coração: Como o próprio nome diz, é o decote que lembra o desenho de um coração. Deixa as produções mais femininas, dá um toque de romantismo a qualquer peça e pode ser encontrado com alça ou sem; cai muito bem em mulheres com seios grandes, porque costuma ter bojo, fazendo assim um desenho bonito no colo.
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Decote princesa: Apesar do nome, delicado e antiquado demais, é um decote que não se restringe aos vestidos pomposos destinados às noivas, por exemplo, ou red carpets. Ao contrário, atualmente é não somente delicado, mas sensual, o tipo de decote mais aplicado a vestidos, blusas e bustiês que acompanham desde jeans wear à sobreposição de camisas, passando por casacos e blazeres, e as saias e shorts fluídos da temporada.
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Quadrado: Os decotes quadrados são os mais discretos e tradicionais, e caem bem em qualquer ocasião, desde entrevistas de emprego a cerimônias religiosas, até bares e baladas. O que define se é sexy ou não é sua profundidade. Além de democrático, ele ajuda a disfarçar o volume do busto, e, como as alças costumam ser largas, também dá mais sustentação e valoriza o colo.
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U: O decote em U agrada a todos os estilos e pode ser usado nos mais variados tipos de looks. Profundos ou discretos caem bem em quase todos os tipos de corpo, principalmente nas que tem a cintura e o quadril mais quadrados. Como aumentam o busto, os mais profundos ficam ótimos para as mulheres de seios pequenos. Já os mais discretos tendem a disfarçar o volume dos seios fartos.
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V: O decote em V é o mais democrático de todos. É ótimo para quem tem seios grandes, pois valoriza o colo sem aumentar o volume, mas também ajuda quem tem busto pequeno. Além disso, é um decote muito indicado para as baixinhas e para as gordinhas, pois sua verticalidade alonga e afina a silhueta. Por esse mesmo motivo, cai bem em quem tem os ombros largos e o pescoço curto.

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Tomara que caia: Este decote valoriza o colo e os seios e faz bastante sucesso no verão. A falta de alças, entretanto, prejudica a sustentação de seios maiores, portanto deve ser evitado por quem tem busto volumoso. Mas as baixinhas podem comemorar: a pele à mostra ajuda a alongar a silhueta.
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Transpassado: Como alonga a silhueta, é o tipo de decote mais indicado para as baixinhas e gordinhas. Pelo mesmo motivo, é também o mais apropriado para quem tem seios grandes, porque, além de cobrir o busto, o transpassado garante a sustentação de que ele precisa. Ele também é a escolha certa para alongar o pescoço e ressaltar a cintura, na medida em que tira o foco principal dos seios e do abdômen. Aposte em modelos com manguinhas, caso queira esconder eventuais excessos nos braços.
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Por Natalina Porto, professora do Núcleo de Modelagem da Sigbol Fashion

Referências: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10 e 11

Moda & Arte – Ilusão de Ótica

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Em algum momento você já deve ter se deparado com alguma foto ou imagem de uma ilusão de ótica. Ela mexe bastante com nosso inconsciente, pois muitas vezes ficamos por algum tempo sem saber o que está ocorrendo, enxergamos várias coisas, rostos, animais, objetos, em qualquer lugar. Pode ser em azulejos e quadroseye-optical-illusion1, benjamins, etc.

Damos o nome de ilusão de ótica às imagens que enganam o nosso sistema visual. A ilusão faz com que enxerguemos qualquer coisa que não esteja presente ou faz com que enxerguemos imagens de uma forma errada.

A imagem de um objeto, transmitida pela visão ao cérebro, é decifrada e interpretada. Porém, em determinadas condições, essa interpretação pode ser errônea, pois temos DOLOR-EP-artwork-released-on-Technicolour-Records-Illustration-by-Anna-Higgiecerta dificuldade em comparar ângulos, comprimentos e distâncias. A essa ela que damos o nome de ilusão de ótica.

E isso vem durante muito tempo na história. E o mundo fashion adquiriu como uma forma conceitual e até mesmo alternativa para o dia a dia, disfarçando o quadril, a barriguinha, o comprimento e a largura. Equilibrando e atraindo o olhar para outras áreas específicas do nosso corpo.

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As peças com efeitos ópticos são incríveis e provam de forma ainda mais clara e definitiva como a roupa pode influenciar o desenho da silhueta.

Em relação à moda e arte, muitos estilistas já atribuíram a ilusão de ótica como conceito do seu desfile, em busca de design e inovação no mercado.

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Por Paola Sanguin, professora do núcleo de criação da Sigbol Fashion

Referências: 12, 345.

Conforto, Praticidade e Exclusividade: Onde Encontrar?

Quando pensamos em malha, o que vem à cabeça normalmente são as palavras conforto e praticidade, e as imagens de tecidos finos que marcam o corpo e pijaminhas não é mesmo? Mas saiba que existem formas de usar peças fininhas, confortáveis, e bem arejadas sem parecer que sua cama saiu de casa com você, colega! Vem cá que ensinamos como usar peças de malha de maneira adequada para que você não deixe aparente exatamente aquilo que não quer mostrar:

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Cada vez mais as malhas vem ganhando seu espaço (até por ser um tipo de tecido que amassa pouco, trazendo praticidade pro seu dia a dia) e já temos no mercado diversas opções diferentes, como as frias, de algodão, de viscose, de linho, as devorês, moletons, piquês (muito usadas em camisas polos), as helancas, etc.

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Para 2015, teremos tecidos com muitas cores e estampas, e, especialmente nesse verão, serão tendências os fios de tonalidade crua e espessuras médias, pontos abertos que parecem feitos à mão, mesclas, fios que se unem em duas tonalidades ou mais, e as superfícies texturizadas que resultam em efeitos geométricos e ondulações.

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Com tantas opções de malha fica difícil não querer usá-las e deixar nosso dia a dia mais confortável sem perder a elegância e o estilo próprio.

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Continua com medo de usar, sem saber se aquele vestidinho da vitrine vai cair bem? Não encana, amiga! Assim como cada um de nós tem um tipo físico diferente, existem vários tipos de malhas diferentes que podem te valorizar. Pensando nisso a SIGBOL esta lançando o curso de Corte & Costura Industrial voltado para a área de vestuário em malhas e tecidos com elastano, em que o foco é a aprendizagem da metodologia geométrica. Nele você aprende a fazer suas próprias peças, de maneira individual, usando a criatividade e aprendendo a adequar a malha a cada estilo e silhueta, e, de quebra, ainda ganha looks exclusivíssimos, colega! Venha você também nos conhecer!

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Cynara Gomes Rodrigues, professora do núcleo de modelagem da Sigbol Fashion

Referências: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9