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Níveis do Produto em Moda

Algumas estratégias de Marketing  garantem o sucesso do produto no mercado.  Com a acirrada concorrência, a busca pela diferenciação passa a ser uma chave para o sucesso das empresas.Imagem relacionadaIdentificar o diferencial competitivo dos concorrentes, e promover testes em protótipos são essenciais para idealizar a peça. Além disso, conforme as diretrizes do Marketing, podemos dimensionar os níveis dos produtos por meio das seguintes etapas:

1) Produto central: é o serviço essencial que o comprador está de fato adquirindo.

2) Produto tangível: é constituído por suas características, estilo, qualidade, marca e embalagem.

3) Produto ampliado: é o produto pronto somados os diversos serviços que o acompanham, tais como: garantia, etiqueta, entrega gratuita (se for online), etc.

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Junto a equipe de Marketing, o estilista de estar atentos aos níveis do um produto, uma vez que os clientes o categorizam de acordo com o seu nível de satisfação. Em nosso curso de Estilo, você aprende as etapas necessárias do marketing para gerenciar sua marca. Confira:

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Por Paola Sanguin, professora do núcleo de criação da Sigbol Fashion

Referências: 1, 2, 3, 4.

O que agrega o valor de uma peça de roupa?

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Para entender inteiramente sobre a produção de roupas e acessórios, é importante levar em consideração a matéria-prima de que são feitos.  O valor de algumas peças são extremamente altos, caríssimos, porém deve se levar em conta todo o processo produtivo. Resultado de imagem para fashion

Por trás de uma peça, encontram-se inúmeros fatores, por mais simples que seja. Deve se levar em conta o material, o design, a produção, as contas da empresa, a publicidade e o marketing, funcionários, dentre outros. Tudo isso agrega valor ao produto. É por isso que grandes marcas possuem peças com o valor acima do comum. Para entender melhor sobre o desenvolvimento de um produto de moda, em nosso curso de Estilo (Design de Moda) você aprende todo mecanismo necessário para atuar no mercado de trabalho. Confira:

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Por Paola Sanguin, professora do núcleo de criação da Sigbol Fashion

Referências: 1, 2, 3, 4, 5.

O que é uma confecção?

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Confecção nada mais é que sinônimo de fábrica de roupas. É onde trabalham costureiras, modelistas, cortadores, estilistas e o proprietário, responsável por ficar a par de  todas as etapas, tais como: criação, fabricação e venda das roupas em um estabelecimento próprio ou através de colegas ou fornecedores responsáveis para reabastecer as lojas.

Hoje, ainda existem duas formas de trabalhar com uma confecção: por encomenda e com criação própria. Por encomenda, no esquema de oficina por exemplo, é preciso aguardar que clientes solicitem pedidos, fornecendo o modelo e solicitando para que seja entregue no prazo estipulado. Neste modelo de confecção, costuma-se atender empresas, lojas, terceirizados, entre outros: são os clientes sazonais. Na segunda opção, a marca cria suas peças próprias, e a venda é direcionada às boutiques: este modelo é o mais indicado, o mais lucrativo, e que, consequentemente, atrai mais empreendedores. Porém, neste caso, o proprietário deve criar sua própria marca, pesquisar tendências e montar seu planejamento, pois só assim saberá se a empresa fará ou não sucesso no mercado.

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Investimento inicial para montar sua confecção

Dependendo do porte da empresa, o investimento não será baixo: dependemos muito da quantidade de máquinas que serão adquiridas. Se a confecção for de pequeno porte (por exemplo, uma oficina caseira) o gasto é mais baixo, pois irá envolver apenas a mão de obra (que normalmente é do próprio dono da empresa) e maquinário simples, como, por exemplo, uma máquina de costura reta e uma overloque ou ambas caseiras, tecidos e aviamentos (linhas, botões, agulhas, acessórios para a máquina, etc). Este modelo não é muito recomendado, pois a produção é lenta e perdem-se grandes oportunidades de encomenda, visto que não é possível fabricar uma grande quantidade de peças em curto espaço de tempo.

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Para se posicionar no mercado de trabalho, não existe uma fórmula mágica: você terá que usar a velha tática do boca a boca, demonstrando seus produtos. Monte uma coleção bacana, com suas ideias, fotografe e monte um catálogo (portfólio). Ofereça em lojas de roupas próximas a sua cidade ou mesmo pela Internet, tenha força de vontade e corra atrás de sua clientela! Fidelização do cliente e os diversos pedidos só irão surgir com o tempo.

Mais uma dica para quem esta começando é a divulgação por meio de mídias sociais, como uma página própria no facebook, instagram e diversos outros: dessa forma você terá a oportunidade de contar com amigos que compartilharão seus produtos com outros amigos. Essa (ainda) nova forma de divulgação já é muito utilizada atualmente, e dependera do seu capital: quanto maior o investimento, maior o retorno.

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O mais importante, depois da decisão tomada, é se preparar com cursos adequados de modelagem e costura, estabelecer qual será seu público-alvo, ler muitas revistas e livros de moda e nunca deixar de pesquisar as tendências e as novidades do mercado. Saber o que seu público quer vestir, e poder suprir suas necessidades, é essencial para deslanchar sua marca!

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Por Ana Paula Lopomo Amaral, professora do Núcleo de Modelagem da Sigbol Fashion

Referências: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9

Estampa nossa de cada dia

Estampas fazem parte do nosso dia a dia. Pode reparar, vemos padrões e grafismos por toda parte, dos padrões da calçada ao formato das nuvens, se soubermos identificá-los, veremos que as estampas fazem parte da nossa vida. Assim, mesmo as pessoas mais básicas usam padrões, pode ser nas texturas dos materiais, nos acessórios ou no seu mobiliário. Aproveite que você não conseguirá fugir dela e desenvolva a sua! Já falamos neste post aqui, que existem ilustradores usando suas obras para estampar produtos de indumentária e de mobiliário. Já imaginou desenvolver bolsas com estampas exclusivas? Este é um tipo de investimento barato, que pode render lucros e até começar um pequeno negócio. Veja o exemplo de um estilista que desenvolveu uma linha multi estampada para uma rede de supermercados norte-americanos. 1 bolsas Lembrando que as estampas continuam como forte tendência para a coleção de outono de 2014 para Europa e Estados Unidos e para as coleções nacionais de verão também! 2 modelos Existem muitas técnicas de estamparia em que com materiais de baixo custo e com um bom acabamento profissional podem virar ótimos negócios . Para desenvolver produtos estampados manualmente, devemos planejar e fazer testes antes de aplicar na peça final, mesmo que seja uma técnica que você já domina, precisamos estar preparados para qualquer imprevisto, como por exemplo se a tinta estiver com uma textura mais liquida do que o normal, pode manchar a peça, mesmo fazendo com cuidado. 3 estencil - face e inst Detalhes a parte, essa é uma dica para quem busca peças exclusivas ou uma nova fonte de renda. Aproveite e estampe-se!

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Referências: 1, 2, 3, 4, 5 e 6.

Qual o papel do Visual Merchandising numa empresa de moda?

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Pouco se sabe sobre esta poderosa ferramenta de vendas, o que para algumas empresas pode ser considerado um luxo desnecessário, outras tem o V.M como centro dos seus negócios e garantem que é parte integrante do Marketing, encantando, seduzindo e acima de tudo vendendo.

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Vale ressaltar que os conceitos técnicos de V.M são universais, o que pode ser alterado é o posicionamento, estratégia ou tática da empresa. A corporação deve ter consciência de onde está, onde deseja chegar, em quanto tempo e quanto de investimento dispõe.  Estas são medidas necessárias para o desenvolvimento de um projeto de V.M. Não podemos esquecer que mudança de cultura leva tempo é preciso ter paciência, persistir, talvez o mais importante seja entender que as pessoas são peças chaves no processo.

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Um profissional de V.M deve analisar relatórios de vendas e com base nisso desenvolver as ações fundamentadas com números e necessidades, rentabilizando a área de vendas, incentivando a venda por impulso e aumentando o valor do ticket médio.

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O V.M utiliza da arquitetura, design, iluminação, cores, mobiliário, layout para ambientar e aclimatar o PDV, ele pensa antes para que o cliente não precise pensar, antecipando suas necessidades e despertando o desejo por compra.

Depois dos colaboradores, o produto, é nosso maior patrimônio, e é a matéria prima do V.M que deve colocar o produto ao alcance do consumidor no melhor ponto, com a exposição adequada, na quantidade certa, com tudo limpo, com equipamento abastecido e precificado. Tudo isto é muito importante para atender um cliente cada vez mais exigente.

O V.M encanta, seduz e, acima de tudo, VENDE!!!

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Por  Nasser Salim Junior –  Professor do curso de Vitrine & Visual Merchandising da Sigbol Fashion

Referência: 1.