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O novo diretor criativo da Saint Laurent.

Essa semana foi confirmado quem vai assumir o cargo de diretor criativo da Saint Laurent. O belga Anthony Vasccarello será o substituto de Hedi Slimane, que nos quatro anos na marca causou grandes mudanças estéticas e de marketing. Será um desafio e tanto para qualquer estilista manter o índice de crescimento que a marca teve com Hedi Slimane.

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Foi anunciada a saída de Anthony da Versus, onde trabalhava, um dia antes do aviso sobre a SL. Este  fato gerou rumores de que ele era o nome mais indicado para o cargo. Vasccarello tem em seu trabalho estética pura e moderna, que se encaixa perfeitamente para a maison SL. Ele equilibra elementos de feminilidade provocativa e masculinidade afiada em suas silhuetas, se encaixa perfeitamente na essência do estilo de Yves Saint Laurent.

PAINEL 1

Anthony aos 36 anos, passou os últimos três como consultor e depois diretor criativo da Versus Versace. Ele também é dono de sua própria marca, que é conhecida por seus looks fetichistas e sensuais.

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Vaccarello também vestiu algumas celebridades como Miley Cyrus, Gisele , Grazi Massafera, Jennifer Lopez e Rihanna.

PAINE 3

Em outubro deste ano será sua primeira coleção para a Saint Laurent em Paris, na temporada de verão 2017.

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Por Elizangela Gomes, professora do Núcleo de Criação da Sigbol Fashion.

Referência: 1234567891011121314 e 15.

A produção nunca para!

Os alunos de uma das nossas turmas de Produção de Moda e Styling, da professora Tatiana Leon, desenvolveram um trabalho de pesquisa nas ruas de São Paulo com o objetivo de reunir imagens de pessoas e seus diferentes comportamentos.

Eles se dividiram em dois grupos e escolheram um tema chave para iniciar a pesquisa de campo.

Jeanspainel roots

Com o resultado, criaram painéis de imagens, inspirados no belíssimo trabalho do fotógrafo de street style, Bill Cunningham.

Após a execução da pesquisa e painel, os alunos partiram para a segunda etapa que resultou em um editorial de moda. Se liga nos bastidores:

picstitch

Mas você acha que parou por ai? Nããão! É claro que iriamos postar a arte final, olha só que incrível:

 Jeans + Jeans

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Roots

lu

Demais né?! Ficou babando por esses editoriais de Produção de Moda com certeza. Se você ficou com vontade de conhecer o curso é simples, dê um play no vídeo abaixo.

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Por Tatiana Leon, professora de Produção de Moda e Styling da Sigbol Fashion.

Como surgiu o Boyish Style?

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Segundo a história ocidental, existiram muitas mulheres que adotaram peças ou todo um visual masculino ao se vestirem, mas até o século 20, a coisa se restringia a poucas mulheres altamente priFoto 1vilegiadas a quem a sociedade tolerava como algo que considerava um “traje excepcional”.

Antigamente caso uma mulher usasse roupas de homem era uma grande exceção, tolerada apenas se fosse uma rainha ou uma mulher extremamente influente, rica e independente. Se não fosse por isso, uma mulher que usasse roupas masculinas provavelmente era marginalizada, agredida ou morta. Joana d’Arc (1412-1431), foi uma heroína francesa da Guerra dos Cem Anos, foi acusada de bruxaria e queimada viva.

Um dos casos mais famosos foi o da Rainha Cristina da Suécia (1626-1689). Era uma época em que as mulheres usavam espartilhos estruturados com ossos de baleia, vestidos pesados cheios de detalhes decorativos e penteados elaborados. Ela usava cabelos soltos, rosto lavado e roupas sóbrias folgadas, cavalgava usando roupas masculinas e chegou a comandar tropas vestida como homem em várias das muitas batalhas que ocorreram durante seu reinado, no qual a SuéFoto 2cia conquistou a condição e respeito de estado independente da Noruega e da Dinamarca. Além de rainha, Cristina também foi uma mulher culta, gostava de artes e ciência, e foi amiga do filósofo René Descartes. Nunca se casou, mas boatos revelam que teve um romance com Dom Antonio Pimentel de Prado, embaixador da Espanha, que se supõe ter sido a razão de ter se convertido ao Catolicismo. Em 1654, Cristina renunciou ao trono sueco e fugiu para Roma disfarçada de homem, passando-se por um aristocrata chamado Conde Dohna, e viveu na Itália pelo resto de seus dias. Ao longo dos séculos sua história popularizou através de teatros e cinemas, onde foi sempre mostrada como uma mulher de caráter forte em roupas de homem.

Outro caso foi o de Amandine Dupin, baronesa de Dudevant (séc. IX). A aristocrata e intelectual Srta. Dupin  se destacou por fazer parte de um grupo Foto 3de artistas e escritores do movimento romântico, tendo sido amante de alguns deles. Ela usava o nome artístico de George Sand (um nome masculino, pois na época dificilmente uma editora seria respeitada pelo público se revelasse que era mulher) e teve reconhecimento como romancista. Uma precursora do Feminismo, na juventude usava com frequência roupas masculinas e cabelos curtos.

Já no Ocidente, apesar desses casos, uma mulher usando peças ou trajes completos masculinos  era considerado muito mais uma exceção ou extravagância do que moda.

boysHoje em dia as mulheres têm evoluído e modificado a sua forma de vestir mas, essas mudanças têm sido intensamente acentuadas! Desde os cortes de cabelo às roupas ou até mesmo aos sapatos, existe uma tendência que tem estado mais do que presente nos grandes desfiles por todo o mundo, com apenas detalhes andróginos. O BOYISH STYLE!

Foto 4As peças masculinas não precisam te transformar em um homem, basta ser apenas inspirada no armário deles. Por isso, quando falamos em blazer, camisa e calça social, podem ser peças que são mais acinturadas para valorizar o corpo. Uma forma totalmente alternativa, e casual de se vestir.

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Por Paola Sanguin, professora do Núcleo de Criação Sigbol Fashion

Referências: 1, 2, Manual História da Moda Sigbol Fashion.