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CAD: Reduzindo custos dos tecidos em grandes empresas

A indústria da moda está vivendo uma nova era de crescimento e uma das principais vias de evolução da indústria tem sido o uso da tecnologia tanto para o desenho de roupas quanto em diferentes processos de automação da produção.

Esta tecnologia está sendo adotada por inúmeras empresas, pois traz redução de custos, uma vantagem excepcional para as indústrias que cada vez se encontram mais competitivas. Sendo assim, gera eficiência e a integração do conceito do design no custo da confecção. O desenho permite a graduação automática das peças junto aos tamanhos e os cálculos de encaixe com o melhor aproveitamento dos tecidos.

As marcas produzem em resposta às demandas dos clientes com muito mais rapidez do que em qualquer outra época, eliminando desperdícios e a improdutividade.

Em nosso curso de Operador de Cad, você espande seus conhecimentos na área e se torna um grande profissional. Conheça mais sobre o curso em nosso site: Operador de CAD.

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Por Paola Sanguin, professora do núcleo de criação da Sigbol Fashion.

Referências: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7.

Modelagem Infantil

O consumo da moda muda muito conforme as novas tendências do comportamento da sociedade. Para desenvolver peças infantis é preciso estar atento a todas as tendências para definir tanto os melhores tecidos quanto os modelos que terão maior aceitação no mercado.

A modelagem de peças para adultos é diferente da modelagem infantil, especialmente em relação às medidas, também é preciso estar atenta a alguns detalhes ao utilizar os sistemas que auxiliam neste processo.

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Assim como o estilista, é importante para o modelista também estar afinado com as novidades do mercado. É fundamental conhecer bem o seu público consumidor. As característica de consumo deste público vão ajudar a definir tanto os tecidos, as cores e estampas das peças quanto a padronagem das medidas que serão utilizadas.

Como a criança está em constante desenvolvimento e crescimento, existe uma variação grande nas medidas para a modelagem infantil. Por isso é tão importante saber qual é exatamente o perfil do público que você vai atender e os padrões da empresa na qual você trabalha.

A variação grande nas medidas da moda infantil exige um cuidado maior quando você for a graduação para os diferentes tamanhos das peças.

Em nosso curso de Modelagem Insdustrial, você aprende as técnicas necessárias para ingressar ou se especializar neste nicho no mercado de trabalho. Conheça mais em nosso site.

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Por Paola Sanguin, professora do núcleo de criação da Sigbol Fashion.

Referências: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8.

O estilista precisa saber sobre modelagem?

Dúvidas vão… Dúvidas vêm… e essa é a pergunta que não saí da cabeça: O estilista precisa necessariamente entender sobre modelagem?

A resposta meu caro é simples: SIM!

A moda é uma área que abrange um grande número de áreas profissionais. Algumas podem até ser independentes umas da outras, mas estão interagindo o tempo todo.

Trabalhar com moda exige que você seja um profissional dinâmico, superinformado e com uma boa noção sobre todas as etapas do processo de desenvolvimento de produtos do vestuário.

Para o estilista é fundamental saber de modelagem, pois pode ampliar a dimensão e as possibilidades de suas criações, evitando problemas técnicos. O estilista que tem esse entendimento consegue explorar mais efeitos, criar novas formas e soluções, favorecendo o processo de criação.

Saber modelagem é muito importante para todas as áreas, pois é ela que implica na qualidade da peça e no caimento do tecido ao vestir a pessoa.

Em nosso curso de modelagem, você amplia seu conhecimento na área de moda e cria peças inovadoras.

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Por Paola Sanguin, professora do núcleo de criação da Sigbol Fashion

Referências: 1, 2, 3, 4, 5.

 

Moda sem Gênero ou Genderless, vai pegar?

No início deste ano, a Louis Vuiton fez uma campanha para a coleção feminina e ousou em convidar o filho de Will Smith, Jaden Smith de 17 vestindo um look total feminino, causado murmurinho no mundo da moda. Ele não foi escolhido à toa, dono do seu próprio estilo.foto 1 foto 2

Esta campanha reforça a onda da moda sem gênero que invadiu as passarelas de outras marcas, este estilo é também conhecido como plurissex, genderless, agender , gender-bender ou moda andrógena. Mas como definir este estilo, que vem ganhando força no mundo da moda e nas ruas.foto 3 foto 4

Chanel foi uma das primeiras a viajar no universo masculino, usando peças masculinas dando liberdade ao corpo em uma época em que as mulheres se apertavam com os espartilhos. Baseada nas modelagens das roupas masculinas desenvolveu roupas elegantes e confortáveis para o público feminino. Baseada em suas próprias necessidades, Chanel deu liberdade e conforto para o público feminino.3

Desde 2015 este estilo começou timidamente a aparecer nos desfiles tanto nacionais como internacionais e está se fortalecendo neste ano de 2016. Mas será que realmente vai pegar?4

Para responder esta pergunta é só fazer uma análise do comportamento do atual consumidor, principalmente os mais jovens, que adoram freqüentar os setores de peças masculinos para compor seu visual fashion e confortável. Quem nunca ousou em pegar emprestada uma peça do guarda-roupa do namorado, do pai ou do irmão?5

As peças do estilo sem gênero vestem tanto homens e mulheres, sua modelagem é desenvolvida para ambos, principalmente em tecido plano que possibilita um bom caimento.6

Mesmo com essa mudança algumas marcas ainda acham importante a divisão de peças feminina e masculinas. Mas essa nova geração de consumidores não se importa tanto com essa divisão.

Quando o mercado começar a entender a linha de raciocínio deste consumidor que é simples, “eu gosto, eu compro”, surgirão lojas sem divisão de gênero.foto 17 foto 18

Algumas marcas desde o ano passado já aderiram a este estilo simples , sem gênero . Na Gucci no desfile de inverno 2016, mulheres e homens vestidas com as mesmas roupas, não dava pra identificar qual era o sexo que estava desfilando. Na mesma temporada outros criadores fizeram o mesmo, como a Prada, Armani, Kenzo e Vivienne Westwood.7

No Brasil também para o inverno 2016 o estilista Ronaldo Fraga aderiu a mesma proposta, ousou na passarela com uma performance, onde os modelos tiraram a roupa e fizeram a troca.foto 24 foto 25

O lado positivo deste estilo sem genro está na redução de custos,  diminuir estoques, melhor aproveitamento das matérias-primas e minimizar o tempo para produção das peças devido a padronização da modelagem.

Lembrando que a moda é para todos, o mercado precisa ficar atento nas mudanças de comportamentos que geram novos mercados.  Em breve, vestir calças, saias, rosa ou azul, blusas com laços não vai ser mais coisa de menina ou menino. Simplesmente será mais uma opção estética, que vai muito além do estilo.

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Por Elizangela Gomes, professora do Núcleo de criação da Sigbol Fashion.

Referências: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28 e 29.