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Arte e Moda

A arte e a moda são combinações perfeitas, não é de hoje que esta parceira da super certo, tudo começou com a vanguardista Elsa Schiaparelli, em pleno anos 30 a estilista apaixonada pela arte surrealista fez uma parceria com Salvador Dali e desenvolveu peças maravilhosas que até hoje são sua marca registrada.

Este ano a marca Vans fez a mesma parceria com o Museu Van Gogh, de Amsterdã, permitindo que a arte e a moda streetwear circule pelas ruas, a coleção é composta por camisetas, casacos,bonés, tênis e mochilas, as telas que estampam essas peças foram as que marcaram a carreira do pintor holandês Vincent Van Gogh, que foi considerado um dos mestres do pós-impressionismo.

O direto do museu Adriaan Donszelmann, declarou que a colaboração com a Vans é uma oportunidade de apresentar a obra de Van Gogh ao publico jovem. O objetivo da coleção é permitir o acesso ao maior número possível de pessoas a obra de Vincent Van Gogh e inspirá-las.

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Por Elizangela Gomes, professora do Núcleo de Criação da Sigbol Fashion.

Referências: 1, 2, 3, 4, 5, 6, e 7

O legado de McQueen

McQueen teve uma carreira relâmpago, devido a pressão do trabalho e a morte de sua mãe, ocasionou uma forte depressão que o levou ao suicídio em 2010.

Alexander McQueen nasceu em Londres em 17 de março de 1969, deixou a escola aos 16 anos para fazer um estágio na tradicional alfaiates de Savile Row Anderson e Shephard e depois em Gieves vizinhos e Hawkes, ambos mestres na técnica de construção da roupa. Aos 20 anos ele recebeu um convite para trabalhar com o designer Koji Tatsuno, que também tinha referências na alfaiataria britânica. Um ano depois foi contratado por Romeo Giglii para ser assistente de design em Milão. Quando retornou a Londres fez mestrado em moda.

Suas coleções tinham como pontos fortes a técnica de alfaiataria britânica sob medida.

Alexander McQueen também era conhecido por misturar elementos opostos em suas criações, a fragilidade e a força, tradição e modernidade, fluidez e intensidade.

Em 2010 após sua morte foi feita uma exposição no Costume Institute do Metropolitan Museum of Art em Nova York com seus principais trabalhos. A mostra foi a exposição de moda mais visitada.

No dia 8 de junho foi a estreia internacional do documentário McQueen no Reino Unido e no dia 13 de junho nos Estados Unidos, relembrando momentos e características, mais marcantes da vida pessoal e da carreira do estilista. O documentário foi feito baseado em entrevistas de seus amigos mais próximos,e sua família ( sua irma Janet e seu sobrinho Gary James),infelizmente o filme não foi aprovado pela marca.

O legado de McQueen é inspirador para os futuros profissionais do mundo da moda.

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Por Elizangela Gomes, professora do Núcleo de Criação da Sigbol Fashion.

Referências: 1, 2 e 3

 

Creative Friday – Copa do Mundo

Mesmo quem não é tão fã de futebol se anima com a Copa do Mundo. Chega nessa época e nós amamos fazer bolão, marcar um bar com os amigos e rir dos memes depois dos jogos! Você veste a camisa, torce para o seu time favorito, ri, chora se emociona e principalmente fica pistola e grita: GOOOOOOOOOOLLL!

Então nossos alunos aproveitaram o intervalo para o segundo tempo e se inspiraram nos países e nas cores da bandeira pra você entrar no clima.

 

 

 

A Moda e Copa do mundo.

Como todos sabemos este ano de 2018 é ano de copa do mundo, e para ajudar nossa seleção a iniciar os trabalhos com vontade, garra e elegância, o estilista Ricardo Almeida foi convidado para desenvolver o conjunto de calças e blazers que nossa delegação irá usar no dia do embarque para Rússia.

Ricardo disse que esse era um desafio que ele precisava na carreira, e imaginem só como não foi desafiante vestir a seleção e tentar aliviar aquele ar dos 7 x 1.

“Eu sempre quis fazer um trabalho como este porque representa o símbolo de uma nação. E eu acredito que nossa seleção precisava investir em elegância e estilo ao mesmo tempo. Era necessário recuperar a tradição quando pensamos em futebol brasileiro vestindo costumes. E, para mim, é um prazer fazer parte deste momento especial “, disse o estilista ao Fashion Network.

A roupa é feita em 100% lã fria, cor monocromática de royal com preto que visualmente cria um tom marinho com efeito changeant, conforme seu olhar muda a cor do tecido também se altera.

“Não é só um azul marinho. É um azul marinho particular e pensado para este momento tão especial”, define Ricardo.

Quanto a modelagem Ricardo valorizou a pegada esportiva mas levando a todos para o universo da alfaiataria, um shape mais justo que evidencia o porte atlético de cada um, toda a confecção das peças serão feitas na própria fábrica de Ricardo, que inclusive fez o projeto dos sapatos e também os confeccionou em sua fábrica em Franca.

Isto certamente é uma forma de se tornar imortalizado dentro da costura, pois todos os olhos do mundo estarão vendo sua criação. Para encerarmos e mantermos a curiosidade um dois detalhes mais particulares da peça é o forro, sim a parte de dentro que o estilista carinhosamente criou especialmente para homenagear todas as conquistas, com as taças e os anos em que a seleção brasileira foi campeã em sua trajetória de sucesso.

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Por Andreia de Araújo Peixoto
Referências: 1 e 2

A sustentabilidade na moda

As questões de sustentabilidade social, econômica e ambiental têm ganhado bastante destaque na mídia e a Indústria da Moda.

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Pois na moda há grande consumo de peças, além de promover severa degradação nos rios a partir dos processos de tinturaria nas tecelagens. Hoje os brechós e a customização tornaram-se sinônimo de cool e os processos produtivos, como a tinturaria, estão cada vez mais limpos.

Marcas de moda upcycling transformam tecidos descartados em roupas originais stylo urbano-9

Mas como é possível colaborar com a sustentabilidade?

1. Reduzir – na indústria de confecção e varejo, a meta é reduzir retalhos de tecidos na gestão de resíduos e, para isso, hoje há softwares que otimizam o encaixe na hora do corte minimizando as perdas.

2. Reutilizar e Reciclarcustomização de peças que já foram usadas, isso pode significar o aproveitamento de retalhos para criação de novos modelos. Ou transformar de modo industrial, essa transformação deve ser química (última opção na gestão de um resíduo). Apesar que, hoje já existem processos de reciclagem em larga escala para tecidos sintéticos e naturais.

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Em nosso curso de customização você aprende técnicas básicas para renovar novas peças e até abrir seu próprio negócio.

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Por Paola Sanguin, professora do núcleo de criação da Sigbol Fashion

Referências: 1, 2, 3, 4, 5.