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Ampliando o lucro da sua coleção

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moda tem mudado muito nos últimos tempos e o consumidor quer mais do que apenas comprar, ele acredita que o produto vale a pena, seja pelo preço ou pela qualidade do item. Porém, muitos fatores interferem no custo de uma peça.

Hoje em dia, com a concorrência do mercado, é necessário que sua empresa tenha que dar um tiro certeiro a cada nova coleção de moda. Para isso, não é preciso diminuir o preço de uma peça para vender mais, e sim planejar, buscando lucrar mais com o mesmo investimento.

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É obrigatório manter-se atualizado e pesquisar sobre o público-alvo da marca e tudo ao seu redor. O avanço e a novidade são duas das principais leis para o setor da moda. Uma dica é ficar atento ao calendário de moda e ao de atacado. Preste atenção para aproveitar datas comemorativas e conectar suas vendas.

A segunda dica é que a loja deve ser composta por produtos básicos, que vendem sempre e variam menos com informações de moda, separe por categoria, tipo de produto, peso de moda, variedade e faixa de preço.

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Conheça os nossos cursos de Designer de Moda e Visual Merchandising e Vitrine e saiba como criar sua marca e conhecendo essas etapas de uma forma profunda.

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Por Paola Sanguin, professora do núcleo de criação da Sigbol Fashion

Referências: 1, 2, 3, 4, 5.

A construção de uma marca

A construção de marca é muito importante para as empresas que atuam no mercado. A gestão, também conhecida como branding, é um processo que exige dedicação, e muita persistência. Desde o logotipo às abordagens de suas campanhas e coleções.

O objetivo final é o de posicionar a marca no mercado de forma com que ela seja lembrada positivamente pelo consumidor. Para isso, é preciso conhecer e entender com profundidade o seu público-alvo e oferecer para essas pessoas experiências positivas.

O cliente que recebe atenção e passa por boas experiências tem muito mais chances de ser fiel à marca, repetindo compras e até indicar para conhecidos.

As marcas mais fortes são facilmente reconhecidas devido a suas cores, formatos e nomenclaturas e até slogans.

Acompanhar as tendências do mercado é essencial, especialmente para as empresas de confecção e vestuário. Estar por dentro das novidades e aplicá-las.

Um dos pilares fundamentais de qualquer estratégia de comunicação é saber investir na divulgação da marca. Em nosso curso de Design de Moda você aprende a reunir a bagagem necessária para desenvolver suas próprias coleções e construir sua marca.

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Por Paola Sanguin, Professora do núcleo de criação da Sigbol Fashion

Referências: 1, 2, 3, 4, 5.

O que é uma confecção?

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Confecção nada mais é que sinônimo de fábrica de roupas. É onde trabalham costureiras, modelistas, cortadores, estilistas e o proprietário, responsável por ficar a par de  todas as etapas, tais como: criação, fabricação e venda das roupas em um estabelecimento próprio ou através de colegas ou fornecedores responsáveis para reabastecer as lojas.

Hoje, ainda existem duas formas de trabalhar com uma confecção: por encomenda e com criação própria. Por encomenda, no esquema de oficina por exemplo, é preciso aguardar que clientes solicitem pedidos, fornecendo o modelo e solicitando para que seja entregue no prazo estipulado. Neste modelo de confecção, costuma-se atender empresas, lojas, terceirizados, entre outros: são os clientes sazonais. Na segunda opção, a marca cria suas peças próprias, e a venda é direcionada às boutiques: este modelo é o mais indicado, o mais lucrativo, e que, consequentemente, atrai mais empreendedores. Porém, neste caso, o proprietário deve criar sua própria marca, pesquisar tendências e montar seu planejamento, pois só assim saberá se a empresa fará ou não sucesso no mercado.

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Investimento inicial para montar sua confecção

Dependendo do porte da empresa, o investimento não será baixo: dependemos muito da quantidade de máquinas que serão adquiridas. Se a confecção for de pequeno porte (por exemplo, uma oficina caseira) o gasto é mais baixo, pois irá envolver apenas a mão de obra (que normalmente é do próprio dono da empresa) e maquinário simples, como, por exemplo, uma máquina de costura reta e uma overloque ou ambas caseiras, tecidos e aviamentos (linhas, botões, agulhas, acessórios para a máquina, etc). Este modelo não é muito recomendado, pois a produção é lenta e perdem-se grandes oportunidades de encomenda, visto que não é possível fabricar uma grande quantidade de peças em curto espaço de tempo.

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Para se posicionar no mercado de trabalho, não existe uma fórmula mágica: você terá que usar a velha tática do boca a boca, demonstrando seus produtos. Monte uma coleção bacana, com suas ideias, fotografe e monte um catálogo (portfólio). Ofereça em lojas de roupas próximas a sua cidade ou mesmo pela Internet, tenha força de vontade e corra atrás de sua clientela! Fidelização do cliente e os diversos pedidos só irão surgir com o tempo.

Mais uma dica para quem esta começando é a divulgação por meio de mídias sociais, como uma página própria no facebook, instagram e diversos outros: dessa forma você terá a oportunidade de contar com amigos que compartilharão seus produtos com outros amigos. Essa (ainda) nova forma de divulgação já é muito utilizada atualmente, e dependera do seu capital: quanto maior o investimento, maior o retorno.

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O mais importante, depois da decisão tomada, é se preparar com cursos adequados de modelagem e costura, estabelecer qual será seu público-alvo, ler muitas revistas e livros de moda e nunca deixar de pesquisar as tendências e as novidades do mercado. Saber o que seu público quer vestir, e poder suprir suas necessidades, é essencial para deslanchar sua marca!

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Por Ana Paula Lopomo Amaral, professora do Núcleo de Modelagem da Sigbol Fashion

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