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Estilitas Brasileiros: Clodovil Hernandes.

Nós aqui da Sigbol Fashion achamos muito importante que os nossos alunos conheçam o trabalho de outros estilistas assim como as tendências. Mas infelizmente o que acontece é que nem sempre estilistas nacionais aparecem em revistas, blogs de moda, TV e jornais. Por este motivo resolvemos publicar uma série de matérias sobre eles…nossos estilista (made in Brazil) e suas criações!

69Nada melhor do que começar esta série com um dos responsáveis pela moda brasileira. É ele mesmo, o polêmico Clô! Você conheceu algumas de suas criações?

Clodovil Hernandes

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Foi o responsável por trazer o conceito de alta-costura para o Brasil.

Clodovil gostava de dar pitacos nos look´s da mãe, primas e tias, mas foi aos dezesseis anos que descobriu que os croquis que fazia davam mais dinheiro que a mesada que recebia do pai. Com muito talento e extravagância conquistou muitos clientes em São Paulo, desde artistas, empresárias à famílias importantes. Se tornando então um estilista conhecido no país, logo começou a trabalhar também na televisão. Acumulou mais de 45 anos de carreira e passou por quase todos as emissoras de TV do Brasil, é dos programas as maiores recordações que temos do estilista.

Em 2006 entrou para a política onde permaneceu no cargo de deputado federal até a sua morte em 2009.

Conheça agora através de imagens um pouco de sua carreira e suas criações:

Ateliê na rua Oscar Freire - São Paulo.
Ateliê na Rua Oscar Freire – São Paulo.
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Com modelo em seu atelier final dos anos 60.
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Um de seus croquis.
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Posa com sua criações – 1971
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Vestido no final dos anos 80, executado somente em 2013.
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Revista Clodovil Noivas.
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Já no cargo de deptado Federal.

“Talento eu tenho, e isso ninguém me tira!”

(Clodovil Hernandes)
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*

Por, Crislaine Lima professora do Núcleo de Criação da Sigbol Fashion.

Referências: 123456.

Manual História da Moda Sigbol Fashion.

O surgimento das máquinas de costura.

Com o pensamento de facilitar uma simples tarefa de remendar uma roupa em 1755 o alemão Weisenthal criou um modelo de máquina de costura que o ponto era mais ou menos igual a uma costura feita a mão. Na época não teve muito sucesso só depois de 100 anos que foi retomada essa ideia, nas mãos do americano Elias Howe em 1846, Isaac Singer foi quem aprimorou e inventou a primeira máquina de costura com pedal e outras melhorias, sendo assim um sucesso desde aquela época. imagem 1 imagem 2 Em 1930 na França, que teve o inicio da produção dessas máquinas. Após 70 anos já existiam quase todas as maquinas do segmento de costura e também em outras áreas.                                                                                                                                                                                                                                       EVOLUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DAS MÁQUINAS.                                      1ª GERAÇÃO: Máquina de costura simples.                                                    imagem 4 2º GERAÇÃO: Máquina de costura com corte na linha posicionamento da agulha e arremate automático. imagem 5 3º GERAÇÃO: Máquinas de costura semi automáticas. imagem 6 imagem 7 4º GERAÇÃO: Máquinas de costura automáticas. imagem 8 imagem 9 TIPOS DE MÁQUINAS E SUAS FINALIDADES

  • Máquinas de costura caseira: para costuras em pequenas quantidades.
  • Máquinas de costura reta: indicada para costuras retas em tecido plano.
  • Máquinas de costura zig zag: usada para pequenos bordados de fantasia
  • Máquinas de costura overloque: para fechamento das peças ou para arremate.
  • Máquinas de costura interloque: para fechamento das peças.
  • Máquinas de costura galoneira: para fazer acabamento em barras e na colocação de vivos ou viés.
  • Máquina de braço livre: utilizada nas costuras redondas como mangas e barras.
  • Máquinas de bordar: máquinas de zig zag e a mais simples para pequenos bordados máquina eletrônica comandada por um softwear para uma grande produção.
  • Máquinas arrematadeiras: para tirar todas as linhas de costura e deixar a peça limpa.
  • Máquina travete: para reforço e acabamento em zíperes e passantes.

imagem 10    * Por Dalva, professora do Núcleo de Modelagem da Sigbol Fashion Unidade de Campinas. Referencias: 1234567891011. 

Creative Friday – BLACK POWER

Coroa presente nos topos das cabeças negras e mestiças que transcende seu aspecto estético. A história por trás de cada cacho carrega uma luta árdua que perpetua a quase um século e ainda sim é atual.

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A repercussão do ativismo negro contra a imagem eurocêntrica teve seu começo na década de 20 na Jamaica e estendeu-se as Américas na década de 60.

As mulheres foram as principais protagonistas do movimento, as quais sofriam desde a escravidão. Em tempos de luta assumiram o natural e tamanha era (ainda é) força de seus protestos que os opressores se oprimiram!

A expressão “Black Power” foi criada por Stokely Carmichael, militante radical do movimento negro nos Estados Unidos, após sua vigésima sétima detenção em 1966. “Estamos gritando liberdade há seis anos. O que vamos começar a dizer agora é poder negro“, anunciou.

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Ainda há infelizmente muito pelo que se lutar a favor da igualdade não só dos negros, mas também das mulheres, homossexuais, travestis e transexuais perante uma sociedade de padrões eurocêntricos patriarcais. Não a superioridade mas sim igualdade entre gêneros e cores!

REPRESENTATIVIDADE

 

 

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CREATIVE FRIDAY – BIBA!

No Creative Friday de hoje, resgatamos um ícone fashion das décadas de 60 e 70: a marca BIBA!

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Fundada em 1964, por Barbara Hulanick (hoje designer), fez sucesso com as mocinhas da época por criar peças bacanas e de qualidade, além de prêt-à-porter de alta costura por precinhos camaradas e acessíveis à classe média britânica jovem da época. Ajudou a popularizar a minissaia de Mary Quant e a imagem à la Twiggy, além das batinhas coloridas e estampas psicodélicas. Foi a primeira butique de roupas do mundo, e tinha técnicas de vendas peculiares: nunca colocavam qualquer produtos nas vitrines, de forma a trazer os clientes curiosos para a loja, e foram a primeira loja a cuidar de decorações inovadoras e música ambiente em tempo integral (combinando com a loja, rock’n’roll e pop britânico!). No auge da marca, a loja contava com Anna Wintour, a hoje temida editora chefe da Vogue americana (e personagem inesquecível do filme O Diabo Veste Prada), como uma de suas vendedoras.

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Em razão de desentendimentos entre a criadora e os investidores, a marca fechou em 1976. Porém, em 2010, a marca foi revitalizada, e hoje é vendida pela House of Fraser, contando com várias coleções, entre elas a Biba Bridal, acessórios, artigos de decoração e uma exclusiva com tecidos e estampas opulentas e únicas.

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