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Zodíaco na moda.

Duas marcas exploram os signos do zodíaco e desenvolvem produtos criativos.

A Zara lança bolsas para cada signo, pequenas e muito charmosas, perfeitas para presentear a amiga.

Já a marca J.Crew apostou em estampas bastante interessantes e que dá pra fazer várias produções.

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Por Elizangela Gomes, professora do Núcleo de Criação da Sigbol Fashion.

Referências: 1, 2, 3, 4 e 5

Ateliê vs. Confecção

O mercado de moda possui um leque de opções que se abre cada vez mais.  Assim como em qualquer profissão é preciso ter muito conhecimento e dedicação para executar um bom trabalho.

Muitos ingressantes no mercado de trabalho no meio fashion tem dúvidas por onde começar, já explicamos aqui como construir aos poucos uma carreira sólida, agora explicaremos os dois tipos distintos de mercado e suas funções específicas; o ateliê e a confecção.

O ateliê tem o intuito de fabricar e criar peças exclusivas como vestidos de noivas e festas de gala, ternos e costumes, todas sob medida.

A criação de tais peças, em sua maioria é feita e esboçada na hora, enquanto o estilista conversa com o cliente.

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A confecção segue o caminho contrário, é o que chamamos de fast fashion, peças iguais fabricadas em massa (grande e exagerada quantidade) podendo até gerar desperdício de material no fim da estação pela quantidade exagerada de peças confeccionadas.

O papel do estilista em confecção de grande ou médio porte é pesquisar tendências e apropriá-las a um público alvo através do croqui e do desenho técnico.

“Estilista de confecção ou de ateliê exige conhecimento técnico, pois temos que estar preparados para seguir o briefing do cliente e, nem sempre, o estilo solicitado é aquele que mais nos agrada, mas é preciso buscar adequação do trabalho pra cada cliente e estabelecer a linguagem correta para cada situação. Defina quais as áreas de maior afinidade com seu trabalho e faça contatos.  É preciso ser persistente e saber tirar proveito das críticas.” – Diz Cris Pimentta, bacharel em Moda, técnica em estilismo e pós-graduada em Gestão do Design na Indústria da Moda

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Por Mayara Behlau, professora do Núcleo de Criação da Sigbol Fashion.

Referências: 1 e  Apostila de Estilo Sigbol Fashion.

Coleção Cápsula: o que é?

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A coleção cápsula é uma mini coleção, associada a ocasiões especiais, como datas comemorativas, parcerias com estilistas e celebridades, ou personagens. Não tem nada a ver com a coleção principal e pode ter peças fora da estação, sem depender do tema da coleção principal, normalmente lançadas em lojas de fast fashion.

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Já a coleção principal depende da estação, Primavera/Verão ou Outono/Inverno. É necessário um tema para que as peças possuam uma relação entre si. Para que todo esse conjunto funcione, é preciso uma metodologia no processo de criação. Há todo um processo de pesquisa, conhecimento do mercado consumidor, da marca e tendências em geral e principalmente: dura por um pouco mais de tempo.

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Por Paola Sanguin, professora do Núcleo de Criação da Sigbol Fashion.

Referências: 1234 e 5.

Apostila de Estilo Sigbol Fashion.

Como anda o mercado da moda?

Atualmente tudo se tornou efêmero, relacionamentos, gostos, músicas, etc.

Mas o que significa essa palavra? Efêmero significa tudo aquilo que é transitório ou passageiro. E a moda não é diferente.

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A moda está ao alcance de todos, não importando a classe social. Ao mesmo tempo em que ela proporciona liberdade de escolha, influencia nas decisões, nos gostos e no comportamento das pessoas. A sociedade passou a consumir mais, principalmente peças mais baratas e, às vezes, de baixa qualidade. Sendo assim a roupa pode durar menos tempo, ou rasga, ou estica, ou não serve mais… Hoje no mercado existem muitas variedades e o fast fashion não escapa disso. É uma multiplicação de roupa, o próprio estilista acaba criando uma peça já pensado nas próximas, tudo se tornou efêmero.

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O que sabemos de fato é que o capital do país se move a partir das indústrias e do mercado da moda. Apesar das pesquisas com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)­, as pessoas dobram seus gastos mensais com moda a cada degrau que sobem de status. É o que vem acontecendo no Brasil.

As mulheres são as que mais consomem pra variar, quando ela entra no mercado de trabalho impulsiona o setor por dois motivos: elas têm mais dinheiro, e passam a ter a obrigação de andar conforme os padrões da empresa no dia a dia. Sem contar que estão em constante mudança com o corpo e com o estilo, assim como a moda (que também proporciona mais variedade de peças nesse setor).

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O que sabemos de fato é que ninguém anda nu por aí. E se você tá com receio de experimentar coisas novas, não fique aí parado! Venha conhecer os nossos cursos profissionalizantes na área.

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Por Paola Sanguin, professora do núcleo de criação da Sigbol Fashion.

Referências: O Império do Efêmero (Gilles Lipovetsky), 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7.

Alta costura, prêt-à-porter, grife e fast fashion…Qual a diferença?

Se você está confuso, acalme-se! Nós vamos te explicar. Preto de copas (cartas)

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A alta costura (conhecida também por Haute Couture) teve início em 1858, foi criada pelo inglês Charles Frederick Worth que produziu seu primeiro desfile em Paris 1858, usando modelos ao invés de cabides. As peças são exclusivas (únicas), fabricadas manualmente com pedras e metais precisos (fios de ouro, diamantes, safiras, etc).

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Já o prêt-à-porter (“Ready to wear”, que significa pronto pra vestir), teve início em 1949 por J.C. Weil, após a 2ª Guerra Mundial, mas essa expressão só pegou em 1959, quando Pierre Cardin lançou sua primeira coleção na alta-costura, ou seja, as roupas já estavam prontas para serem levadas.

Porém em 1963, novamente o estilista Pierre Cardin, começou a assinar acordos com grandes fabricantes de roupas, para comercializar a sua grife (marca).
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E o Fast Fashion? São as peças industrializadas que precisam ser renovadas nas araras de lojas de departamento o mais rápido possível com produtos a preço baixo para transmitir as estações do ano, já que o consumidor adquire novidades a todo vapor, podendo gerar para essas grandes redes um aumento de faturamento.

Se você tem mais curiosidades sobre esse mundo fashion, é só conhecer nosso curso de estilo, além de tirar as suas dúvidas você aprende a desenvolver sua própria coleção:

Por Paola Sanguin, professora do Núcleo de Criação Sigbol Fashion

Referência:  1.

Apostila de Estilo, Manual Arte de Vestir Sigbol Fashion, Dicionário da Moda, História da Moda.