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Como fazer um croqui de moda?

Se você tem como objetivo aprender a conseguir representar suas criações, o nosso curso de Desenho de Moda básico oferece todas as noções de anatomia, movimentos, luz e sombra, caimentos de tecido, tecnologia têxtil, e muito mais…

O nosso método de ensino individualizado e aulas 100% práticas, você aprenderá a desenhar croquis masculinos, femininos e infantis com várias posições e variações de rostos, cabelos e movimentos.

Uma forma prática e evolutiva, melhorando a cada aula o seu traço. O curso de desenho de moda habilita para o trabalho em indústria de confecção feminina, masculina e infantil como assistente de estilo, assistente de figurinista, ilustrador e desenhista de lojas.

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Por Paola Sanguin, núcleo de criação da Sigbol Fashion

Referências: 1, 2, 3, 4, 5.

O estilista e a harmonia criativa

Ao criar uma coleção, o designer de moda precisa manter uma união visual entre as peças, pode ser a partir de uma forma ou um tema. Através disso ele apresenta métodos diferentes como: forma de costura e acabamentos, texturas, aplicação de pedrarias e bordados, estampas, recortes, tecnologia, etc. O designer utiliza esses meios diversos para evitar que tudo fique extremamente igual.

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Os estilistas de moda procuram encontrar clareza e foco na criação da coleção, além de prever a interpretação do expectador. Para que esse conjunto funcione é preciso uma metodologia no processo de criação. Não se cria simplesmente, há todo um processo de pesquisa, conhecimento de mercado da marca, temas propostos e tendências em geral.

Em nosso curso de estilo, você aprende a desenvolver coleções, e se aperfeiçoa para o mercado de trabalho. Confira mais em nosso vídeo:

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Por Paola Sanguin, professora do núcleo de criação da Sigbol Fashion

Referências: 1, 2, 3, 4, 5. Apostila de Estilo Sigbol Fashion

Creative Friday – Paul Poiret

Nascido em 1879, Paris. Seu pai era uma comerciante de tecidos. Durante a adolescência, foi aprendiz de um fabricante de guarda chuvas, mas se interessava por moda e, finalmente, vendeu seus esboços a Madeleine Cheruit, da Maison Raudnitz Soeurs.  Uns anos após trabalhou na Worth.

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Resolveu abrir sua própria Maison em 1904, recebendo ajuda de Doucet, onde também trabalhou por algum tempo, que lhe enviou uma atriz famosa para lhe criar uma peça única. Patrocinado por ela, Poiret foi lançado, passando logo a chamar atenção pela originalidade de suas vitrines.

Ele foi responsável por afrouxar a silhueta formal da moda, arrumando um jeito mais confortável para os espartilhos, estendendo-os até os quadris e reduzindo o número de roupas intimas.

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Também lançou turbantes, calças de odaliscas, egretes, todos inspirados nos balés russos. Tornou-se um dos estilistas mais ligados ao movimento modernista da época, que anos mais tarde receberia o nome de art déco.

Tempos depois, com o inicio da Primeira Guerra Mundial, foi convocado como alfaiate, assim fechou seu negócio e serviu no exército francês. Embora continuasse ativo após o conflito, por cerca de cinco anos, não recuperou o status anterior. Na fase pós-guerra, suas excentricidades denunciavam seu passado, e mesmo se desfazendo de obras de artes valiosas, fechou as portas em 1929.

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Paul Poiret faleceu em 1947, mas sua história causou grande impacto na moda. Hoje nossa homenagem vai exclusivamente para ele,  o grande ditador da moda:

painel

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Materiais alternativos para a produção de vestuário

Se formos pensar, nem sempre a moda muda a sua base, que é a utilização de tecidos para a construção das suas roupas. Ás vezes vemos alguns desfiles usando roupas de papel Jum Nakao, ou então vemos nos desfiles de moda reciclável que tem suas peças desenvolvidas com jornal, sacos plásticos, copos descartáveis entre outros materiais recicláveis.

O que você acha de roupas produzidas com alimentos? Talvez vocês se lembrem do vestido de carne da Lady Gaga, que foi desenvolvido pelo artista e designer Franc Fernandez.

A jovem artista coreana Sung Yeonju desenvolveu a exposição “Weareble Foods” com diversos tipos de alimentos, tal como tomate, banana, repolho roxo, raiz de lótus, rabanete branco, cebolinhas e camarão. Para as pessoas que dirão que é desperdício de comida, podem ficar tranquilas, que em um dos vídeos do making of da produção mostra que não são feitos somente de comida, a grande base da roupa é a comida escaneada, impressa e recortada no formato. Então o desperdício foi reduzido!

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Por Beatriz Rezende Ramos – Núcleo de criação

Referencias: 1 e 2.