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Tendências: afinal, de onde tiramos essa montanha de informações?

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Você, como a maioria das pessoas, já deve ter pensado que os estilistas criam tendências de acordo com seu bel prazer, certo? Mas já reparou também que, a cada temporada, diversas marcas trabalham materiais, tendências e imagens próximas umas das outras, apenas em formatos diferentes?

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Pois saibam que todas essas informações saem de lugares e empresas especializadas nesse tipo de pesquisa, os bureaux de tendências, especializados em pesquisas de consumo. Cada produto consumido no planeta hoje é concebido conforme as tendências de busca por soluções que atendam às necessidades humanas naquele momento específico. E dependendo do tipo de produto, esta informação pode ser utilizada em alguns meses, um ano ou com até 5 ou 6 anos de antecipação, caso dos eletrônicos mais complexos, que precisam de tempo para serem planejados e testados, antes de chegar ao consumidor final.

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Cada bureaux trabalha com diversos especialistas em diversas áreas, tais como moda, antropologia, tecnologia, etc., buscando classificar tudo que há hoje que pode vir a ser procurado pelo público em algum momento dos próximos anos. Cada empresa produtora fica livre para adquirir as informações de que necessitarão. E, com as informações e tendências em mãos, podem selecionar apenas aquelas que lhes convém, de acordo com o perfil da marca e do público alvo (uma marca que trabalha alfaiataria e looks discretos muito provavelmente escolherá, entre tendências de cores neons e pastéis, a segunda opção, pois é a que mais se encaixa em seu perfil). A partir daí, esses elementos darão o tom para o desenvolvimento da coleção. E é com esse processo que trabalhamos no curso de Estilo, em que você vai aprender a procurar, absorver e desenvolver os temas e tendências e desenvolver, do início ao fim, suas próprias criações!

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Conhece algum bureaux de tendências bem legal e quer compartilhar com os colegas? Deixe uma mensagem nos comentários fazendo sua indicação!

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Por Haranin Julia Maria, professora do Núcleo de Criação da Sigbol Fashion.

Referências: 1 e 2.

‘OK, quero trabalhar com moda!’ – parte I

Muitas e muitas e infinitas vezes ouvimos esta mesma frase, aqui na escola e fora dela também. Quase tantas vezes quanto observamos pessoas um pouco perdidas, sem saber exatamente para onde seguir. Moda engloba tantas áreas que as coisas podem, as vezes, ficar meio confusas, não é? Por isso decidimos fazer uma série de posts, para te explicar o que exatamente cada área de criação precisa ter, e qual o curso certo pra você aqui na Sigbol!

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Se você quer muito ser um estilista, mas não sabe desenhar nada além do boneco de palitinho e talvez uma casinha, o curso de Desenho de Moda Básico é seu início. Nele você vai aprender, primeiramente, como funciona a construção do corpo humano, de forma voltada para a moda, além de construção de caimento de tecidos, aula de análise e catalogação de tecidos e aviamentos, e tipos de trajes, tudo em grafite. Muitas vezes as pessoas nos questionam de porque precisam aprender a desenhar e entender caimento e movimento humano, se o que precisam desenhar é a roupa. Respondemos então: o corpo é a base onde sua roupa será carregada, por aí. Logo, se há um movimento fora de proporção, irreal, ou até mesmo, se a peça está fora do corpo, somente, o produto final pode ficar diferente do imaginado.

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Este é o primeiro passo na escalada para se tornar um criador de moda. Para exemplificar melhor, segue abaixo um vídeo sobre o curso

Acha que encontrou sua vocação? Então corre pra cá e venha aprender com a gente!

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Por Haranin Julia Maria, professora do Núcleo de Criação da Sigbol Fashion

Referências: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10 e 11

Saiba um pouco mais sobre o curso de Visual Merchandising & Vitrine

O Visual Merchandising nasceu na década de 1840 com o surgimento das grandes lojas de departamento. O fenômeno começou na França, e ficou restrito à capital, Paris, por um tempo. Em 1852, Le Bon Marchê abriu sua primeira loja. A partir daí, o VM se difundiu para os Estados Unidos e se firmou como técnica imprescindível para alavancar as vendas e atrair clientes para dentro do ponto de venda.

Presenciamos, a partir de 1852, o surgimento das primeiras vitrines cenográficas, o que culminou com o aparecimento da tecnologia para produzir grandes vidraças. As vitrines eram verdadeiros cenários – muitas vezes, até bem teatrais.

O Visual Merchandising hoje é aplicado em diversos setores do mercado, lojas de moda e acessórios (enfoque do curso Visual Merchandising e vitrine da Sigbol), centros de estética, cabeleireiro, barbearia, floricultura, supermercado etc. O objetivo é atrair o cliente para dentro do ponto de venda com uma vitrine esteticamente convidativa. Algumas técnicas são empregadas e geram um excelente resultado, por exemplo, escolher 2 ou 3 cores apenas e compor todos os looks dos manequins.

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Pode-se dispor os produtos em desníveis, aguçando o olhar do cliente em observar todo o contexto da vitrine

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ou utilizar a repetição de um mesmo elemento para produzir uma cenografia de fácil compreensão e impactante. Neste caso, cilindros com acabamento metalizado.

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Uma vez que o cliente está dentro do PDV, o intuito é aproximar ao máximo o produto do cliente, direcionar sua atenção, facilitar sua locomoção dentro da loja. De maneira geral, proporcionar ao cliente uma experiência agradável e positiva. O design da loja, também chamado de atmosfera de compra, deve ser adequado ao público-alvo e ao produto comercializado.

Aprenda estas técnicas e muitas outras no curso de Visual Merchandising & Vitrine para o Varejo de Moda da Sigbol.

Atualmente, no Brasil, vemos o VM ganhando força em lojas de todos os portes, das maiores às pequenas. Todas têm um grande objetivo em comum ao contratar profissionais de VM para cuidar do ponto de venda: o de alavancar suas vendas.

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Por Danilo Centemero – Professor de Visual Merchandising e Vitrine da Sigbol Fashion

Referências: 1.