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Design de Moda: O diferencial das empresas.

O design de moda é um fator determinante para agregar valor aos produtos e às marcas, auxiliando no crescimento da empresa, principalmente no setor têxtil. 

Ele também contribui com as exportações das companhias que investem nesta cultura empresarial.

Para criar é preciso ter fontes de inspiração, que surgem de todas as partes. Desde o comportamento das pessoas nas ruas, das tendências que estão surgindo no mundo, que atualmente visualizamos através de referências pela internet. E nós temos algumas dicas que podem ajudar você na criação:

Uma grande fonte de inspiração é a produção cultural, por isso é importante acompanhar séries, filmes e lançamentos musicais. Informação sobre cores, padronagens e combinações estão hoje em desfiles de moda e sites da internet. Outra forma de conhecer as principais tendências, é seguir as pessoas certas em redes sociais, o maior veículo de comunicação.

A tecnologia pode ser usada não apenas como fonte de pesquisa, mas também um importante recurso para acelerar processos e economizar custos no momento da produção. 

E principalmente, especialize-se na área. Se você deseja se aprofundar na área de design. A Sigbol Fashion proporciona o curso de Estilo para quem deseja se tornar um profissional na área. Conheça um pouquinho mais clicando no vídeo abaixo:

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Referências: 1, 2, 3, 4, 5.

Por Paola Sanguin, professora do núcleo de criação da Sigbol Fashion

O estilista precisa saber sobre modelagem?

Dúvidas vão… Dúvidas vêm… e essa é a pergunta que não saí da cabeça: O estilista precisa necessariamente entender sobre modelagem?

A resposta meu caro é simples: SIM!

A moda é uma área que abrange um grande número de áreas profissionais. Algumas podem até ser independentes umas da outras, mas estão interagindo o tempo todo.

Trabalhar com moda exige que você seja um profissional dinâmico, superinformado e com uma boa noção sobre todas as etapas do processo de desenvolvimento de produtos do vestuário.

Para o estilista é fundamental saber de modelagem, pois pode ampliar a dimensão e as possibilidades de suas criações, evitando problemas técnicos. O estilista que tem esse entendimento consegue explorar mais efeitos, criar novas formas e soluções, favorecendo o processo de criação.

Saber modelagem é muito importante para todas as áreas, pois é ela que implica na qualidade da peça e no caimento do tecido ao vestir a pessoa.

Em nosso curso de modelagem, você amplia seu conhecimento na área de moda e cria peças inovadoras.

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Por Paola Sanguin, professora do núcleo de criação da Sigbol Fashion

Referências: 1, 2, 3, 4, 5.

 

Inspiração: Vitrines

O desenho da vitrine ou do espaço interno de um ambiente comercial é parte importante da implementação do projeto de Visual Merchandising. Nele, o profissional consegue mostrar, em medidas de escala, todos os elementos que irão compor a identidade visual deste ponto de venda.
No curso de Visual Merchanising e Vitrine da Sigbol, os alunos são estimulados diversas vezes a desenhar vitrines cenográficas, layouts ou plantas baixas para diferentes pontos de venda, como farmácia e lojas de moda, assim como os cortes internos no PDV, com o intuito de mostrar a locação dos expositores, caixa, provadores e outros elementos.
Nos desenhos abaixo, os alunos mostraram sua criatividade em concepções artísticas de vitrines cenográficas de lojas de acessórios.

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Por Danilo Centemero, professor de Visual Merchandising da Sigbol Fashion.

E o reinado Giannini chega ao fim!

A estilista Frida Giannini ocupou o cargo de diretora criativa da Gucci desde o ano de 2006, após a saída de Tom Ford. Aos poucos, Frida foi desvinculando da marca a identidade muito sensual, principal foco do trabalho de Ford, e buscando resgatar os itens característicos da Gucci em sua essência primordial, ou seja, linhas limpas e precisas, peças muito bem cortadas, casuais e comerciais, assim como suas raízes artesanais.

Frida Giannini

 

O CEO e presidente do Kering François-Henri Pinault, conglomerado que detem os direitos da marca, afirmou que “sou verdadeiramente agradecido a ela por suas conquistas, sua criatividade e a paixão que sempre incutiu em seu trabalho”. Porém, os números do jornal “The New York Times” mostraram o contrário, apontando que as vendas da marca estagnaram e, de fato, tiveram um fraco crescimento. O desempenho da Gucci não conseguiu se igualar ao das marcas menores, pertencentes ao mesmo grupo.

Alessandro Michele

A decisão de trocar um designer em tempos difíceis de mercado é uma decisão bastante corriqueira. Isso chacoalha o estilo da marca, e tende a romper padrões de estilo que perduraram durante anos. Com a chegada de Alessandro Michele, a Gucci mostrou um Inverno 2015 masculino mais ousado, com muito romantismo e referências retrô divertidas. A coleção feminina segue a mesma proposta, e propõem peças vanguardistas que não se via nas passarelas desde a saída de Ford. Alessandro aposta na feminilidade inspirada na androginia, sem a distinção marcada dos dois gêneros, e não se prende aos super decotes, fendas e peças ultra-justas.

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O reinado Giannini chegou ao fim, e isso refletiu nos pontos de venda da marca: filas gigantescas se formaram em frente a flagship do Shopping Iguatemi, em São Paulo, após o anúncio de que roupas e acessórios haviam entrado em liqueidação, com 50% de desconto. Os rumores apontam que o objetivo de Michele tenha sido limpar das prateleiras qualquer peça criada por Frida, exigência que fez a alegria dos fashionistas: em poucos dias, todos os produtos disponíveis haviam sumido das araras.

As apresentações de Michele certamente encheram os olhos da imprensa de moda. Mas somente a chegada, prevista para o segundo semestre, da nova coleção às lojas mostrará se o novo estilo cairá também no gosto dos fiéis clientes da marca.

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Por Danilo Centemero, estilista, empresário, VM, vitrinista e professor de Visual Merchandising e Vitrine da Sigbol Fashion

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‘OK, quero trabalhar com moda!’ – parte I

Muitas e muitas e infinitas vezes ouvimos esta mesma frase, aqui na escola e fora dela também. Quase tantas vezes quanto observamos pessoas um pouco perdidas, sem saber exatamente para onde seguir. Moda engloba tantas áreas que as coisas podem, as vezes, ficar meio confusas, não é? Por isso decidimos fazer uma série de posts, para te explicar o que exatamente cada área de criação precisa ter, e qual o curso certo pra você aqui na Sigbol!

profissoes-moda

Se você quer muito ser um estilista, mas não sabe desenhar nada além do boneco de palitinho e talvez uma casinha, o curso de Desenho de Moda Básico é seu início. Nele você vai aprender, primeiramente, como funciona a construção do corpo humano, de forma voltada para a moda, além de construção de caimento de tecidos, aula de análise e catalogação de tecidos e aviamentos, e tipos de trajes, tudo em grafite. Muitas vezes as pessoas nos questionam de porque precisam aprender a desenhar e entender caimento e movimento humano, se o que precisam desenhar é a roupa. Respondemos então: o corpo é a base onde sua roupa será carregada, por aí. Logo, se há um movimento fora de proporção, irreal, ou até mesmo, se a peça está fora do corpo, somente, o produto final pode ficar diferente do imaginado.

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Este é o primeiro passo na escalada para se tornar um criador de moda. Para exemplificar melhor, segue abaixo um vídeo sobre o curso

Acha que encontrou sua vocação? Então corre pra cá e venha aprender com a gente!

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Por Haranin Julia Maria, professora do Núcleo de Criação da Sigbol Fashion

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