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Profissão de moda: Freelancer

O mercado da moda está em constante crescimento e valorizando cada vez mais o profissional completo.

modelista e o estilista, se destacam na área. Porém, ainda há outros profissionais que podem ser difíceis de encontrar – principalmente se a sua marca estiver buscando um especialista do segmento de atuação, como Personal Stylist, Produção de Moda e Styling e Visual Merchandising e Vitrine.

Muitas marcas não possuem um profissional contratado. Elas procuram esses profissionais por sazonalidade. Para esses casos, existe o freelancer de moda: um profissional que trabalha por conta própria para uma determinada marca e sob demanda. Por não ter vínculo empregatício com uma empresa, ele tem a vantagem de trabalhar para duas ou até mais empresas, o que proporciona liberdade ao profissional.

Começar a atuar neste ramo pode não ser uma tarefa tão fácil, já que esse mercado é bastante disputado e exige do profissional criatividade, organização, excelência e atualização constante. Para se destacar, crie um portfólio online, mesmo que você ainda não tenha muitos trabalhos. Também é essencial saber o valor da sua hora de trabalho.

Uma das maiores facilidades da vida de freelancer é poder fazer seu horário, o que torna muito mais simples a participação em cursos, workshops e festivais de moda.

A melhor dica é que você busque entregar um serviço completo. A apresentação de tudo é muito importante, é necessário que seu trabalho tenha sua identidade e passe segurança e profissionalismo ao seu cliente. Atendendo todas as etapas do processo produtivo da indústria da moda.

Na Sigbol Fashion, você pode encontra inúmeras opções de cursos para se especializar, desde criação, desenvolvimento e produção de moda. Saiba mais em nosso site.

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Por Paola Sanguin, professora do núcleo de criação da Sigbol Fashion.

Referências: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9.

Design de Moda: O diferencial das empresas.

O design de moda é um fator determinante para agregar valor aos produtos e às marcas, auxiliando no crescimento da empresa, principalmente no setor têxtil. 

Ele também contribui com as exportações das companhias que investem nesta cultura empresarial.

Para criar é preciso ter fontes de inspiração, que surgem de todas as partes. Desde o comportamento das pessoas nas ruas, das tendências que estão surgindo no mundo, que atualmente visualizamos através de referências pela internet. E nós temos algumas dicas que podem ajudar você na criação:

Uma grande fonte de inspiração é a produção cultural, por isso é importante acompanhar séries, filmes e lançamentos musicais. Informação sobre cores, padronagens e combinações estão hoje em desfiles de moda e sites da internet. Outra forma de conhecer as principais tendências, é seguir as pessoas certas em redes sociais, o maior veículo de comunicação.

A tecnologia pode ser usada não apenas como fonte de pesquisa, mas também um importante recurso para acelerar processos e economizar custos no momento da produção. 

E principalmente, especialize-se na área. Se você deseja se aprofundar na área de design. A Sigbol Fashion proporciona o curso de Estilo para quem deseja se tornar um profissional na área. Conheça um pouquinho mais clicando no vídeo abaixo:

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Referências: 1, 2, 3, 4, 5.

Por Paola Sanguin, professora do núcleo de criação da Sigbol Fashion

O estilista precisa saber sobre modelagem?

Dúvidas vão… Dúvidas vêm… e essa é a pergunta que não saí da cabeça: O estilista precisa necessariamente entender sobre modelagem?

A resposta meu caro é simples: SIM!

A moda é uma área que abrange um grande número de áreas profissionais. Algumas podem até ser independentes umas da outras, mas estão interagindo o tempo todo.

Trabalhar com moda exige que você seja um profissional dinâmico, superinformado e com uma boa noção sobre todas as etapas do processo de desenvolvimento de produtos do vestuário.

Para o estilista é fundamental saber de modelagem, pois pode ampliar a dimensão e as possibilidades de suas criações, evitando problemas técnicos. O estilista que tem esse entendimento consegue explorar mais efeitos, criar novas formas e soluções, favorecendo o processo de criação.

Saber modelagem é muito importante para todas as áreas, pois é ela que implica na qualidade da peça e no caimento do tecido ao vestir a pessoa.

Em nosso curso de modelagem, você amplia seu conhecimento na área de moda e cria peças inovadoras.

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Por Paola Sanguin, professora do núcleo de criação da Sigbol Fashion

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Inspiração: Vitrines

O desenho da vitrine ou do espaço interno de um ambiente comercial é parte importante da implementação do projeto de Visual Merchandising. Nele, o profissional consegue mostrar, em medidas de escala, todos os elementos que irão compor a identidade visual deste ponto de venda.
No curso de Visual Merchanising e Vitrine da Sigbol, os alunos são estimulados diversas vezes a desenhar vitrines cenográficas, layouts ou plantas baixas para diferentes pontos de venda, como farmácia e lojas de moda, assim como os cortes internos no PDV, com o intuito de mostrar a locação dos expositores, caixa, provadores e outros elementos.
Nos desenhos abaixo, os alunos mostraram sua criatividade em concepções artísticas de vitrines cenográficas de lojas de acessórios.

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Por Danilo Centemero, professor de Visual Merchandising da Sigbol Fashion.

E o reinado Giannini chega ao fim!

A estilista Frida Giannini ocupou o cargo de diretora criativa da Gucci desde o ano de 2006, após a saída de Tom Ford. Aos poucos, Frida foi desvinculando da marca a identidade muito sensual, principal foco do trabalho de Ford, e buscando resgatar os itens característicos da Gucci em sua essência primordial, ou seja, linhas limpas e precisas, peças muito bem cortadas, casuais e comerciais, assim como suas raízes artesanais.

Frida Giannini

 

O CEO e presidente do Kering François-Henri Pinault, conglomerado que detem os direitos da marca, afirmou que “sou verdadeiramente agradecido a ela por suas conquistas, sua criatividade e a paixão que sempre incutiu em seu trabalho”. Porém, os números do jornal “The New York Times” mostraram o contrário, apontando que as vendas da marca estagnaram e, de fato, tiveram um fraco crescimento. O desempenho da Gucci não conseguiu se igualar ao das marcas menores, pertencentes ao mesmo grupo.

Alessandro Michele

A decisão de trocar um designer em tempos difíceis de mercado é uma decisão bastante corriqueira. Isso chacoalha o estilo da marca, e tende a romper padrões de estilo que perduraram durante anos. Com a chegada de Alessandro Michele, a Gucci mostrou um Inverno 2015 masculino mais ousado, com muito romantismo e referências retrô divertidas. A coleção feminina segue a mesma proposta, e propõem peças vanguardistas que não se via nas passarelas desde a saída de Ford. Alessandro aposta na feminilidade inspirada na androginia, sem a distinção marcada dos dois gêneros, e não se prende aos super decotes, fendas e peças ultra-justas.

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O reinado Giannini chegou ao fim, e isso refletiu nos pontos de venda da marca: filas gigantescas se formaram em frente a flagship do Shopping Iguatemi, em São Paulo, após o anúncio de que roupas e acessórios haviam entrado em liqueidação, com 50% de desconto. Os rumores apontam que o objetivo de Michele tenha sido limpar das prateleiras qualquer peça criada por Frida, exigência que fez a alegria dos fashionistas: em poucos dias, todos os produtos disponíveis haviam sumido das araras.

As apresentações de Michele certamente encheram os olhos da imprensa de moda. Mas somente a chegada, prevista para o segundo semestre, da nova coleção às lojas mostrará se o novo estilo cairá também no gosto dos fiéis clientes da marca.

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Por Danilo Centemero, estilista, empresário, VM, vitrinista e professor de Visual Merchandising e Vitrine da Sigbol Fashion

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