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A diferença dos alfinetes

Quando se costura, acabamos obtendo uma variedade de alfinetes. Mas você sabe a finalidade de cada um? Então vamos às alfinetadas do dia!

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No começo, nem sempre reparamos nessas diferenças tão pequenas, mas com o tempo notamos que ter vários tipos de alfinetes acaba ajudando em algumas finalidades específicas. Alguns até variam a numeração, mas vamos as explicações básicas que é o mais importante:

  • Alfinete sem cabeça: Ideal para moulage e modelagem, por ser fino.

alfinete sem cabeça

  • Alfinete cabeça de vidro: Ideal para marcação em costuras em geral, e se destaca em tecidos estampados. Uma dica é que o bom de possuir a cabeça de vidro, é que se for preciso usar o ferro de passar, a cabeça não corre o risco de derreter como os de plástico.

cabeça de vidro

  • Alfinete de segurança: serve para segurar peças do vestuário, é muito utilizado também em customizações.

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Alfinetes para Patchwork: Por serem mais longos, são ideais para esse tipo de trabalho, ajudando também a prender facilmente as camadas do trabalho. A cabeça achatada ajuda na hora de costurar à máquina. Existem também uns mais finos e pontiagudos, indicados para tecidos com pouca espessura.
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Existem também alfinetes mais baratos, mas apresentam baixa qualidade, pois entortam com facilidade e a maioria já vem enferrujado, às vezes compensa mais investir num que não lhet trará arrependimento.
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Por Paola Sanguin, professora do núcleo de criação da Sigbol Fashion

Referências: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12.

Dicas valiosas sobre o mundo da costura: organização de materiais e cuidados práticos para tecidos delicados.

Pequenas dicas podem ajudar muito no dia a dia, como conhecer dicas novas nunca é demais aqui vão algumas!

Dica: Não perca seus alfinetes.

Pegue um pequeno pratinho, cola, e alguns imãs. Cole os imãs na parte de baixo do pratinho, criando assim um suporte para alfinetes, por causa dos imãs seus alfinetes não irão mais cair no chão e quando cair você ainda pode usar o pratinho para resgata-los.

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Dica: Alfinetes sempre novos.

Com o tempo e com o uso, os alfinetes vão ficando menos “afiados”. A ponta em vez de estar fina e perfurar bem o tecido , fica redonda e torna-se difícil de espetar. Uma boa solução é: ao invés de encher o alfineteiro com a tradicional manta acrílica, colocar um pouco de palha de aço. Assim, sempre que colocar os alfinetes serão afiados.

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Dica: Cuidados práticos para tecidos delicados.

Tecidos delicados requerem certos cuidados na hora de lavar, passar e guardar, alguns deles são:

  • Seda:

Imagem 5 Caracterizada pelo toque macio e pelos fios brilhantes, para manter sempre as suas características naturais é importante lavá-la com água fria e sempre à mão. No caso de sedas coloridas, antes de lavar a peça, molhe um pequeno pedaço, deixando-o por um tempo debaixo d’e água. Na sequência, verifique se houve alteração na cor da água. Se a água ainda estiver limpa, está dado o sinal verde para sua lavagem.

Caso ela desbote, uma pitada de sal na água ajuda a fixar melhor a cor. A secagem deve ser natural para que suas fibras não se rompam.

Na hora de passar, o ferro deve estar morno e sem vapor, já que os fios da seda enfraquecem com o calor excessivo. Para guardá-la no armário, se a peça não for escorregadia, cabides são permitidos.

  • Chiffon:

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Trata-se de um tecido leve e transparente, produzido com fios muito torcidos, o que cria um aspecto levemente enrugado. Peças de chiffon devem ser sempre lavadas à mão, sem que sejam esfregadas ou deixadas por muito tempo de molho.

Na hora de secar, escolha um lugar à sombra. Para passar, a regra é a mesma da seda: ferro morno e sem vapor.

O armazenamento do chiffon pode ser feito no cabide ou em gavetas e prateleiras desde que empacotado em sacos de TNT.

  • Lã:


A lã exige cuidados para que não fiquem repletas de bolinhas ou desestruturadas. Para isso, lavar à mão e com sabão neutro é o primeiro passo do processo.

O material não pode ser torcido, ir para a máquina de secar e nem para o estendal: deixe a peça secar horizontalmente em cima de uma toalha branca (para não correr o risco de a lã absorver a cor da toalha).

Para guardar, sacos de algodão ou TNT protegem a peça e garantem sua forma original, já que pendurá-la no cabide não é uma opção.

  • Couro:

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Presente em diversas peças, o couro precisa de cuidados especiais para que não resseque, mofe ou mude a sua coloração. Por isso, deve-se lavar à mão com água morna e sabão neutro, assim a peça não será sanificada.

O couro deve secar naturalmente e na sombra, pois a ação do sol pode desidrata-lo. Para evitar trincas, ressecamento e manter o couro brilhante, cera ou graxa incolores e lustra-móveis à base de silicone são opções simples e que cabem no bolso para deixar sua peça sempre bonita.

Não armazene em sacos plásticos, pois o couro precisa respirar, e guardá-lo desta forma pode danificá-lo com mofo e descoloração.

  • Veludo:

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O veludo é luxuoso, remete à realeza e é famoso por seu toque confortável. Há diversos tipos de veludo e, para cada um deles, uma recomendação.

Não recomenda-se que veludos sejam lavados em casa – mas vale lembrar que eles nunca devem ser esfregados, a peça não deve ser colocada na máquina ou lavada com água quente.

É melhor optar pela secagem natural, em local fresco. E, na hora de guardá-lo no armário, opte por um cabide que não deixe marcas nas dobras da peça.

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Por Keyla Fernandes, professora do núcleo de modelagem da Sigbol Fashion

Referências: 12345678910

10 dicas para organizar seu atelier

Só quem costura sabe o quanto é difícil manter o ambiente de trabalho organizado. Trabalhamos com diversas miudezas, tesouras para tecido, papel e pique, linhas e mais linhas, elásticos, alfinetes, sianinhas, zíperes, botões, giz, carretilha, lápis, fita métrica, colchetes, abridores de casas, e etc. Esse post tem por objetivo ser uma inspiração para que você possa se organizar, com dicas que podem ser postas em prática com materiais baratos, ou até mesmo que você já tenha em casa, e não sabia ainda como poderia utilizar. Vamos lá?

Usar um porta talheres pode parecer estranho, mas é uma ótima opção para colocar ordem seus objetos, até mesmo por ter várias divisórias.

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Potes de vidro também são excelentes opções, em razão da transparência do material, que facilita a visualização. Pode ser solto ou pregado à parte inferior de armários, são ótimas opções para ganharmos mais espaço.

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Porta comprimidos são ideais para guardar e transportar miudezas, tais como alfinetes, botões, colchetes, etc.

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Um imã é um excelente aliado na hora de juntar os alfinetes e agulhas que se espalham, ou depois que você finaliza um trabalho. Você mesma pode fazer o seu recipiente, mas já existem também os prontos para comprar.

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Porta vassouras e porta chaves também servem de suporte para pendurar diversas coisas, deixando-as expostas, o que auxilia tanto na hora de usar quanto na de guardar.

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Para as linhas e bobinas, que vivem desenrolando, a solução mais simples é lançar mão dos elásticos para cabelo (aqueles fofos, forrados com tecido, no estilo xuxinha, são os mais indicados): prenderão a linha totalmente, evitando que ela saia enroscando por ai.

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Em carretéis pequenos e vazios você pode guardar restinhos de elásticos, sianinhas, viés e outros.

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Guardar viés e aviamentos em caixas perfuradas é muito útil, pois não será necessário retirá-los das caixas quando forem utilizados: puxe somente a metragem desejada.

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Para fitilhos, linhas de tricô, sianinhas, fitas de cetim ou viés que foram desenrolados, acondicione-os em potes com a tampa perfurada, e vá puxando conforme a necessidade.

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As Latas, quando coladas na parede, são de boa utilidade para guardar, principalmente, lápis e canetas, além de poupar o espaço das bancadas.

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Por Nayara Diniz, professora do Núcleo de Modelagem da Sigbol Fashion

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