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Passo a Passo: Colar de Cordão Encerado

Para este passo a passo, você vai precisar de:

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  • Corrente com elos grandes
  • Cordão encerado (na cor de sua preferência)
  • Linha de croche ( na cor de sua preferência)
  • Argolas
  • Fecho lagosta
  • Alicates para bijouteria
  • Tesoura
  • Fita métrica ou régua

 

Pronto? Comecemos…

 

1º passo: Corte os cordões encerados nos tamanhos desejados (três fios do cordão encerado, com mesmo tamanho, e uma vez na linha, da mesma forma). Deixe espaços de 25cm entre cada conjunto (exemplo, para o primeiro elo corte 50cm, para o segundo corte 75cm, e assim por diante, repitindo o processo até completar os elos). Ao final de cada cordão, dê um pequeno nó, para que não desfie.

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2º passo: Meça o tamanho da corrente, e coloque os cordões nos elos, por ordem de tamanho. Repita o processo até finalizar.

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3º passo: Coloque uma argola em cada nó.

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5º passo: Coloque as argolas e o fecho.

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E voilá: um colarzão novinho e lindo pra você!

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Por Pri Marx, professora do Núcleo de Criação da Sigbol Fashion

 

Pirarucu: dos rios da Amazônia para as passarelas internacionais

Na Amazônia, o desperdício das peles dos pescados após a limpeza dos peixes chega a até 183 mil toneladas anuais, material quem originalmente, era descartado por não servir ao consumo humano. Porém, atentando para esses números, um grupo de pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (o INPA) conseguiu enxergar a possibilidade de transformar esse resíduo em material consumível e, posteriormente, produto comercializável. Desenvolveram então uma forma de explorar o curtimento do couro de alguns peixes para uso da indústria da moda, na confecção de roupas, bolsas, calçados e acessórios.

FOTO 01O grupo experimentou também trabalhar com peles de peixes regionais maiores, como o pirarucu, entre outros, e conseguiram obter couros diferenciados, resistentes, macios, fáceis de tingir e com texturas exclusivas. Cada peixe tem seu nicho de mercado: o surubim tem manchas e pintas que conseguimos manter no couro, já a pirarara tem um couro tão resistente quanto o do boi e o pirarucu tem uma malha muito diferenciada, resultante do processo adotado para a retirada das escamas.

O primeiro cuidado para conseguir uma pele com tanto aproveitamento foi a mudança da forma de separar as escamas do filé: a maneira tradicional “fere” muito a pele do pescado. No INPA, diversos tipos de corte foram testados e a equipe já ajustou um padrão para cada espécie de peixe. Nos curtumes modernos, os restos de carne e as escamas são retirados da pele com a ajuda de enzimas e com uma sucessão de processos também aperfeiçoados pelo grupo. Alguns estilistas badalados já estão de olho no potencial das peles de peixe no mundo da moda, em razão da exclusividade, novidade e sustentabilidade, pois trabalham com o que, hoje, seria descartado.

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O Pirarucu é um dos maiores peixes do Amazonas, e é popularmente conhecido como ‘’O gigante da Amazônia’’. Sua pele pode ser tingida em diversas cores, tais como bege, bambu, azul jeans, marrom e berinjela. Pode chegar a 3 metros de comprimento e pesar até 300 quilos. Além de pele, as escamas podem produzir diversos acessórios. Seu couro apresenta vantagens em relação ao bovino, por sustentar mais tensão, uma vez que suas fibras são entrelaçadas enquanto as dos bovinos estão dispostas paralelamente. Há seis anos, as escamas do pirarucu também se transformaram em matéria-prima, muitas vezes irreconhecível, para a criação de acessórios usados por muitas mulheres em capitais da moda, como Paris. É a sustentabilidade no Brasil ganhando espaço no exterior.

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Peças produzidas com o couro do Gigante da Amazônia pela grife carioca Osklen:

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Sapatos, vestidos e acessórios:

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Por Natalina Porto da Silva Melo, professora do Núcleo de Modelagem da Sigbol Fashion.

Referências: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 e 8

Workshop de Máquinas e Acessórios

Worshop de Máquinas e Acessórios

 

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A arte de costurar é tão antiga quanto a história da nossa evolução.dica para emagrecer

Foi na Idade da Pedra que surgiram as primeiras agulhas, feitas de ossos de mamute ou de marfim. E em seguida o tear, improvisado no meio de dois galhos de árvores fincados no solo, para procederem ao entrelaçamento dos fios.

O tempo passou e eis que surge a Roca de madeira, onde se fiavam as fibras.dica para emagrecer

Com o passar dos séculos, os teares sofreram valiosas melhorias, mas poucos progressos técnicos tinha sido feito até o século 19. Os tecidos eram costurados a mão, dando forma as vestimentas de filhos, maridos, pais, irmãos pelas mulheres sobrecarregadas pelos exaustivos afazeres domésticos, onde costuravam do cair da tarde até tarde da noite, a luz das fogueiras, velas de sebo, lamparinas e lampiões. dica para emagrecer

As fontes de pesquisa mostram que a primeira máquina de costura surgiu em 1829, concebida pelo francês Barthélemy Thimmonier para costurar os uniformes militares. E ao longo da décadas ela foi aperfeiçoada mediante vários inventores.

A costura é uma técnica sem mistérios, que se aprende com boa metodologia e esforço dirigido. É um aprendizado artesanal, que exige conhecimentos preliminares corretos, para ser desenvolvida com naturalidade e sem dificuldades. Possui o dom mágico de dar forma às ideias. Ideias estas diferenciadas em tudo, seja em pequenos detalhes ou toques pessoais.

No nosso Workshop você vai conhecer os tipos de máquinas que existem e seus acessórios, valorizando e orientando nas atividades de costura, proporcionando conhecimentos básicos efetivos, que você poderá desenvolver com sucesso total.

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E o mercado de pets, como anda?

Imagem 01Apostamos com você que ao menos uma das situações a seguir você já presenciou, tenha sido com desconhecidos, amigos, parentes, ou até você mesmo: sejam os donos casais, solteiros, com filhos ou sem, bichinho de estimação é tratado exatamente como outro membro da família. Pois é isso mesmo: cada vez mais nossos pets fazem parte importantíssima de nossas vidas, levando alegria (ou bagunça!) para casa, além de amizade e companheirismo, e, porque não, melhorando o bem estar geral de quem convive com ele!

Pois então nada mais justo é saber que o setor de pet shop, especialmente o de luxo, vem crescendo a cada dia, e é um dos cinco maiores mercados internos em expansão no país, que fica em segundo lugar no ranking mundial de crescimento anual da economia do mercado, seja em termos veterinários, alimentícios ou de petcare. E, dentro dessa cadeia, o maior crescimento se concentra em pequenos e médios empresários do setor.

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Inicialmente, somente na época de inverno era possível enxergar crescimento na aquisição de roupinhas e acessórios para pets, tais como sapatinhos, gravatas, laços, etc. Porém, de 10 anos para cá, o crescimento afetou também as demais estações do ano: o mercado agora cria não só para aquecer, mas principalmente para deixar o animal arrumado e fashion, de acordo com o gosto do dono. Entram aí diferentes estilos de roupas, todas muito confortáveis para respeitar o limite de mobilidade do animal sem feri-lo.

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Se você está procurando um novo nicho de mercado para expansão do seu negócio, ou até mesmo uma mudança de profissão, agora é um excelente momento de procurar mais informações sobre o mercado, e aprender moda pet com um curso especializado, com material exclusivo e de excelente qualidade, na Sigbol Fashion. Aqui, no curso de MODA PET, você aprende diversas modelagens, cortes, costuras e acabamentos de peças para pets, além de manuseio de tecidos planos e malhas (sim, ou vai dizer que você nunca viu camisetinhas para pets?) e acessórios, orientação sobre maquinário necessário e tabelas de medidas industriais.

Imagem 04Aproveite que o setor ganhou inclusive feira exclusiva (a Pet South America) com o intuito de divulgar os produtores, e venha você também, aprender a criar peças divinas para nossos melhores amigos!

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por Haranin Julia Maria, professora do Nucleo de Criação da Sigbol Fashion

 

Referências: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13 e 14

Saiba um pouco mais sobre o curso de Visual Merchandising & Vitrine

O Visual Merchandising nasceu na década de 1840 com o surgimento das grandes lojas de departamento. O fenômeno começou na França, e ficou restrito à capital, Paris, por um tempo. Em 1852, Le Bon Marchê abriu sua primeira loja. A partir daí, o VM se difundiu para os Estados Unidos e se firmou como técnica imprescindível para alavancar as vendas e atrair clientes para dentro do ponto de venda.

Presenciamos, a partir de 1852, o surgimento das primeiras vitrines cenográficas, o que culminou com o aparecimento da tecnologia para produzir grandes vidraças. As vitrines eram verdadeiros cenários – muitas vezes, até bem teatrais.

O Visual Merchandising hoje é aplicado em diversos setores do mercado, lojas de moda e acessórios (enfoque do curso Visual Merchandising e vitrine da Sigbol), centros de estética, cabeleireiro, barbearia, floricultura, supermercado etc. O objetivo é atrair o cliente para dentro do ponto de venda com uma vitrine esteticamente convidativa. Algumas técnicas são empregadas e geram um excelente resultado, por exemplo, escolher 2 ou 3 cores apenas e compor todos os looks dos manequins.

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Pode-se dispor os produtos em desníveis, aguçando o olhar do cliente em observar todo o contexto da vitrine

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ou utilizar a repetição de um mesmo elemento para produzir uma cenografia de fácil compreensão e impactante. Neste caso, cilindros com acabamento metalizado.

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Uma vez que o cliente está dentro do PDV, o intuito é aproximar ao máximo o produto do cliente, direcionar sua atenção, facilitar sua locomoção dentro da loja. De maneira geral, proporcionar ao cliente uma experiência agradável e positiva. O design da loja, também chamado de atmosfera de compra, deve ser adequado ao público-alvo e ao produto comercializado.

Aprenda estas técnicas e muitas outras no curso de Visual Merchandising & Vitrine para o Varejo de Moda da Sigbol.

Atualmente, no Brasil, vemos o VM ganhando força em lojas de todos os portes, das maiores às pequenas. Todas têm um grande objetivo em comum ao contratar profissionais de VM para cuidar do ponto de venda: o de alavancar suas vendas.

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Por Danilo Centemero – Professor de Visual Merchandising e Vitrine da Sigbol Fashion

Referências: 1.