História da moda em filmes – Edição século XX década de 10 a 30

E finalmente chegou o século XX, muitas mudanças no mundo refletiram na moda feminina, agora a  roupa deixava o corpo feminino se movimentar, sem espartilhos e caldas. As mulheres estavam prontas para substituir os homens no campo de trabalho enquanto eles estavam na guerra. Depois da Primeira Guerra Mundial, as mudanças disparam, viver loucamente e com mais liberdade nas pernas embaladas no ritmo do Jazz . Os comprimentos das saias não paravam de subir. Depois vieram as influências do charme e glamour das atrizes de Hollywood que até hoje são referências de moda.

Século XX

Década de 10

Reds ( 1981),Warren Beatty e Diane Keaton

reds

Coco antes de Chanel – (2009), Audrey Tautou

coco antes de chanel

Década de 20

O grande Gatsby – (1974), Robert Redford e Mia Farrow

o grande gatsby - 1974

O grande Gatsby – (2013) , Leonardo DiCaprio

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Chicago – (2002), Renée Zellweger,Catherine Zeta-Jones e Richard Gere

CHICAGO

Cotton Club – ( 1984 , Francis Ford Coppola), Richard Gere e Diane Lane

cotton club

Década de 30

O Aviador – ( 2004), Leonardo DiCaprio

O Aviador

Os Intocáveis – (1987),Robert De Niro, Kevin Costner e Sean Connery

os intocaveis

Tempos Modernos (1936),Charles Chaplin

tempos modernos

A Rosa púrpura de Cairo – (1985), Mia Farrow e Jeff Daniels

A Rosa Púrpura do Cairo

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Por Elizangela Gomes – Professora de moda da Sigbol Fashion

Referencia: 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7.

Curiosidades sobre o Algodão

Não se sabe ao certo quando o homem começou a utilizar o algodão, nem onde. Indícios mostram que o algodão foi usado no Egito, 12 mil anos antes de Cristo, mas foi a Índia que liderou a sua produção antes de 2.500 a.C. Aqui na América do Sul, o cultivo do algodão começou no Peru, onde as roupas eram feitas.

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O algodão se originou da semente de uma planta conhecida por algodoeiro. Seu nascimento funciona assim: a terra recebe a semente, que brota, cresce e dá uma flor que pode ser de várias cores diferentes. Depois vem o fruto, chamado de maçã ou carapulo, que quando está maduro, abre a casca e de lá sai a pluma de algodão, com a qual serão feitos fios para tecer o tecido.
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É uma das principais plantas domesticadas pelo homem e cultivada comercialmente em mais de 65 países. No total, essa fibra representa 40% das vestimentas produzidas no mundo, e aqui no Brasil é utilizada em quase 60% da produção nacional de roupas.
Não é à toa que ele é o tecido mais utilizado para artesanato. Suas principais características são a boa absorção de água, toque macio e agradável, a capacidade de ser tingido com facilidade (assim como a estamparia) e resiste bem às lavagens.
  • COMO SABER QUE COMPREI UM TECIDO 100% ALGODÃO?

O tecido de algodão misturado com sintético barateia o produto, mas muitas lojas vendem os misturados pelo mesmo preço do 100% algodão. Para tirar a prova, pegue um pedacinho de tecido e queime uma pontinha. Se o tecido for 100% algodão você vai sentir um cheiro de jornal queimado e a fumaça será branca, além das cinzas lembrarem papel queimado. (se fizer isso em casa, faça com cuidado, pois o algodão tende a queimar rápido).

  •  POR QUE LAVAR O TECIDO ANTES DE USAR?

Isso deve ser feito para evitar que o tecido encolha, já que o algodão (assim como a lã) tende a encolher com a lavagem. Antes de cortar um tecido de algodão, é essencial que o mesmo seja lavado para eliminar a goma e fazer o encolhimento. Mesmo que ele seja pré-encolhido, é bom garantir para não se deparar com surpresas depois da costura. Pode-se lavá-los tanto à mão quanto na máquina, e deve-se secá-los do mesmo jeito que a roupa será secada depois de pronta. O ideal é já lavar o tecido logo que comprar, para evitar ter que adiar o começo de um projeto por ter esquecido de lavar o tecido previamente.

Antes de o tecido secar completamente, passe-o a ferro da mesma maneira que passa roupas prontas: deslizando o ferro sobre o tecido, fazendo uma leve pressão. Ele desamassa melhor se estiver levemente úmido. Use ferro a vapor ou o conjunto de borrifador de água e ferro seco (que é mais eficaz para desamassar). De maneira alguma corte e costure o tecido amassado, pois quando a roupa for passada para usar, vai esticar e ficar distorcida.

*

Por Márcia, professora do núcleo de modelagem da Sigbol Fashion.

Referências: 1

Creative Friday – Malévola

A história de Malévola que conhecemos (ou alguns de nós), é sobre uma bruxa que se ofende por não ter sido convidada para o batizado da princesa Aurora, e acaba laçando uma maldição para prejudicá-la e que acaba com ela vivendo “ Feliz para sempre com seu príncipe encantado que vem salvá-la em seu cavalo branco”.

A  nova versão de Malévola  é baseada no conto da Bela Adormecida (princesa Aurora), onde a bruxa é protetora  do reino dos Moors, que desde de pequena mantém a paz entre dois reinos diferentes.

Um dia ela se apaixona por Stefan (pai de Aurora) e no auge desse romance ele a abandona e passa a ser o líder do reino vizinho, seguindo sua ambição pelo poder.

Então ela se torna uma mulher vingativa e amarga, decide amaldiçoar sua filha recém –  nascida (Aurora), mas  aos poucos Malévola desenvolve sentimentos de amizade em relação à jovem e pura Aurora…

Enfim essa foi nossa inspiração da semana. Malévola que é interpretada pela  Diva Angelina Jolie a qual está deslumbrante e o restante da história só assistindo no cinema  …

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Sigbol Fashion – Mãos que fazem 11° Edição – Regata do Brasil customizada

Já viram a 11° edição do nosso especial “Mãos Que Fazem” ?

Vai lá no nosso canal no Youtube, ou aqui mesmo no blog, do lado esquerdo logo abaixo da votação do #projetosigbol !

Assistiu? Clique aqui e faça o download do Desenho do Sapato !

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CREATIVE FRIDAY – BIBA!

No Creative Friday de hoje, resgatamos um ícone fashion das décadas de 60 e 70: a marca BIBA!

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Fundada em 1964, por Barbara Hulanick (hoje designer), fez sucesso com as mocinhas da época por criar peças bacanas e de qualidade, além de prêt-à-porter de alta costura por precinhos camaradas e acessíveis à classe média britânica jovem da época. Ajudou a popularizar a minissaia de Mary Quant e a imagem à la Twiggy, além das batinhas coloridas e estampas psicodélicas. Foi a primeira butique de roupas do mundo, e tinha técnicas de vendas peculiares: nunca colocavam qualquer produtos nas vitrines, de forma a trazer os clientes curiosos para a loja, e foram a primeira loja a cuidar de decorações inovadoras e música ambiente em tempo integral (combinando com a loja, rock’n’roll e pop britânico!). No auge da marca, a loja contava com Anna Wintour, a hoje temida editora chefe da Vogue americana (e personagem inesquecível do filme O Diabo Veste Prada), como uma de suas vendedoras.

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Em razão de desentendimentos entre a criadora e os investidores, a marca fechou em 1976. Porém, em 2010, a marca foi revitalizada, e hoje é vendida pela House of Fraser, contando com várias coleções, entre elas a Biba Bridal, acessórios, artigos de decoração e uma exclusiva com tecidos e estampas opulentas e únicas.

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