Creative Friday – Contos de Fadas

Os contos de fadas ou contos maravilhosos são uma variação do conto popular ou fábula, onde uma história se reproduz a partir de um motivo principal e transmite conhecimento e valores culturais de geração para geração, transmitida oralmente. O herói ou heroína tem de enfrentar grandes obstáculos antes de triunfar contra o mal. Nos contos, que muitas vezes começam pelo “Era uma vez”, para salientar que os temas não se referem apenas ao presente tempo e espaço, o leitor encontra personagens e situações que fazem parte do seu cotidiano e do seu universo individual, com conflitos, medos e sonhos. A rivalidade de gerações, a convivência de crianças e adultos, as etapas da vida (nascimento, amadurecimento, velhice e morte), bem como sentimentos que fazem parte de cada um (amor, ódio, inveja e amizade) são apresentados para oferecer uma explicação do mundo que nos rodeia e nos permite criar formas de lidar com isso.

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Entre os grandes autores, além do irmãos Grimm, encontram-se o francês Charles Perrault, que deu vida à Chapeuzinho Vermelho, Bela Adormecida, Pequeno Polegar e Gato de Botas, entre outros.

Os contos envolvem algum tipo de magia, metamorfose ou encantamento, e apesar do nome, animais falantes são muito mais comuns neles do que as próprias fadas.contos de fadaggr1234567891011

Creative Friday – Gustav Klimt

Do simbolismo beirando a melancolia e ao erotismo, Gustav Klimt, ainda no século 19, foi o grande percursor da Art Nouveau que se expandiu a partir de 1920 e marca forte presença no mundo até hoje!

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Suas obras e esboços mostram toda a volúpia, narcisismo e feminilidade das mulheres e de sua própria amante da época.

No auge de seu período dourado, seus trabalhos se fazem vibrantes em tons de dourados, em cores quentes e sexualidade explícita, com jardins geométricos abstratos em contraste com o realismo absorto.PAINEL1-

Porém na primeira década do século 20, com o surgimento do expressionismo, Klimt adaptável como muitos artistaa, deixa de lado uma de suas características mais presentes até então, a suntuosidade do ouro e seus jardins geométricos, dando lugar não mais aos corpos, mas sim aos olhares femininos em adornos escuros e com pinceladas mais sombrias e sóbrias.

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Após quase um século de morte apreciamos e reverenciamos toda sua sensível genialidade no nosso Creative Friday de hoje !

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carol eli haranin ju
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Qual a função da cartela de cores?

A cor exerce uma atração psicológica no ser humano. Esta muito além de assumir apenas um papel decorativo ou estético, está ligada à expressão de valores sensuais e espirituais.  A cor pode ser utilizada de maneira simbólica ou como forma de estímulo visual, pois é o elemento que mais proporciona impacto e predomina numa imagem.

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Portanto, a utilização da cor não pode ser feita parcialmente numa coleção. É preciso encontrar uma linguagem específica por meio da qual, deve atingir os objetivos desejados junto ao público-alvo. A simples pesquisa das tendências atuais de moda não basta para definir a cartela de cores de uma coleção, pois é necessário levar em conta o público e suas particularidades, a personalidade da marca e o tema predominante na coleção.

Por exemplo, se o público for jovem a preferência predominante é por cores fortes, já que se trata de pessoas mais abertas a estímulos externos e mais propensos às influências da moda. Há uma reação corporal do jovem em relação às cores fortes, podendo ser este um fator decisivo no comportamento de compra. Pelas próprias exigências da idade e porque sabe que poderá substituir os objetos dentro de um prazo relativamente curto, ele se inclina ao uso de cores vivas.

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Se o público for feminino essa tendência se acentua. Segundo pesquisas já realizadas, as mulheres são mais receptivas às mudanças. O que parece explicar a grande variedade de cores para esta estação.

Ao elaborar uma coleção, é sempre bom pesquisar quais cores estão em alta, para definir a cartela de cores. Geralmente se trabalha com oito cores, subdivididas em quatro tons frios e quatro quentes, podendo se acrescentar o preto e o branco, se este for o caso da coleção.

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As pessoas que trabalham com moda devem prestar muita atenção quando forem fazer combinação de cores, para que o resultado seja agradável. Porém, o número de cores também não é uma regra fixa, pois isso depende da proposta do estilista.

E ae, bora desenvolver uma coleção?

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Por Paola Sanguin, professora do núcleo de criação – Sigbol Fashion

Referências: 1, 2, 3, 4, Apostila de Estilo e Manual Técnico Arte de Vestir.

Creative Friday – Under The Sea

Mergulhamos no fundo do mar para trazer um baú repleto de tesouros incríveis para vocês!

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Afinal o oceano possui muitas riquezas, bichos estranhos, cavernas secretas e lugares misteriosos. Se no fundo do mar o clima é de sereias, algas marinhas, conchas, barquinhos, lendas de piratas, história de terror, navio fantasma e até mesmo ciência, aqui em terra firme, não será diferente. Pois a vida surgiu no oceano e evoluiu durante bastante tempo neste ambiente.

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No embalo do oceano e tal qual um marinheiro que deixa um amor em cada porto, é com muito carinho que apresentamos Under the sea para vocês.1 2 3 4 5 6 7 8

Como surgiu o croqui de moda?

Segundo autores, é no século XVI que surgem as primeiras ilustrações de moda, quando as explorações e os descobrimentos provocaram fascinação por vestidos e pelos trajes de todas as nações do mundo. Os artistas participavam das grandes navegações, registrando o que era encontrado nos novos continentes conforme as descobertas. Porém, foram os trajes que roubaram a atenção do olhar dos artistas. Sendo esse o motivo de gravarem em suas viagens a indumentária de diversos povos e nações.

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As ilustrações eram feitas pela técnica da xilogravura, onde se decalcava uma prancha de madeira com buril formando sulcos e deixando em relevo o formato do desenho desejado, em seguida, era passada a tinta em cima do relevo e pressionava-se essa prancha de madeira em um papel, o resultado final desse processo é a impressão de uma ilustração. Pela primeira vez foi possível ter uma obra ao “alcance de todos”, pois com uma única prancha de madeira era possível se obter várias impressões que eram vendidas a preços baixos, facilitando maior propagação da ilustração de moda.

Foi pela grande repercussão que tiveram essas ilustrações que muitos outros artistas passaram a viajar em busca de trajes para produzirem esse fenômeno, preservando a memória. Movidos pelo interesse despertado pelas novidades em terras novas e distantes, os artistas passam a viajar por países do continente europeu, bem mais próximos, em busca de vestes locais para fazerem o registro ilustrativo.

Hoje em dia, o desenho de moda possui vários tipos de técnicas. Como aquarela, decoupage, caneta permanente, desenho gráfico, entre outros.

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E aí, ficou com vontade de aprender a desenhar ou saber mais sobre história da moda?

Só ficar ligado aqui no blog!

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Por Paola Sanguin, professora do núcleo de desenho da Sigbol Fashion.

Referências: 1, 2, Google Imagens.