Creative Friday – Alemanha

Independentemente de jogos de futebol e guerras mundiais, querendo ou não, o continente europeu nos inspira em tendências de moda, de viver e de pensar!

A Alemanha é reconhecida por alguns por sua frieza decorrente das grandes guerras, e do pré-conceito quanto ao seu povo e pátria.

De qualquer maneira, o país de tornou referência de iniciativa artística pós-moderna.

O expressionismo, por exemplo, a tornou famosa pelo conjunto do preto e branco nos primórdios de sua história cinematográfica.

Essa semana adentramos em um país cheio de ideias, criatividade e charme que nos permite diferentes visões do mesmo.

GERMANY ♥

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Customizando o Moletom

Sabe aquele moletom que está no seu guarda-roupa há anos e você não usa mais??? Que tal dar uma repaginada nele? (ʃƪ˘ﻬ˘)

Passo a Passo 

Moletom de Caveira

Material:

momo

  • 1 Moletom
  • Retalhos de tecidos
  • Folha para molde
  • Desenho de caveira (ou qualquer outro, a sua escolha)
  • Tesoura
  • Lápis
  • Carbono de tecido
  • Alicate de bijuteria
  • Tachas
  • Entretela dupla face

1° Passo: Faça o desenho da caveira (ou outro que você tenha escolhido) no papel molde.

c 1

2º Passo: Passe o desenho para o retalho com o carbono de tecido e recorte.

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3° Passo: Faça o mesmo na entretela dupla face e recorte.

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4° Passo: Entretele todas as partes e aplique no moletom.

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5° Passo: Aplique as tachas com alicate de bijuterias e recorte as mangas e a gola.

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Ficou demais né??? Aquele moletom antigo e confortável, agora tá suuuper despojado. ʕ•͡ω•ʔ

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Por Pri Marx – Professora do núcleo de criação da Sigbol Fashion.

 

História da moda em filmes – Edição século XX – década de 40 a 60

A ordem agora é recessão, roupas com pouco tecido, mais sóbrias perduram até o final da segunda guerra, mas  Dior resgata a feminilidade perdida, com o New Look, que vai durar até o final dos anos 50. Feminilidade que também sempre é resgatada na atualidade.

Década de 40

Gilda ( 1946), Rita Hayworth, Gleen Ford e  George Macredy

gilda

Casablanca ( 1942), Humphery e Ingrid Bergman

casablanca

As Garçonetes de Harvey (1945),Susan Bradley e Ned Trent

as garçonetes de Harvey

Diário de uma paixão (2004), Ryan Gosling e Rachel McAdams

diario de uma paixão

Década de 50

Cinderela em Paris (1957),Audrey Hepburn

cinderela em Paris

Juventude transviada ( 1955), James Dean

juventude transviada

Grease – Nos tempos da brilhantina (1978),  John Travolta e Olivia Newton John

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Sorriso de Monalisa (2003),Julia Roberts

sorriso de monalisa

A Princesa e o Plebeu (1953),Audrey Hepburn

a princesa e o plebeu

Sabrina (1954), Audrey Hepburn

sabrina

Longe do Paraíso ( 2002), Julianne Moore

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Ladrão de Casaca ( 1955), Cary Grant e Grace Kelly

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Os homens preferem as Loiras (1953), Marilyn Monroe e Jane Russell

os homens preferem as loiras

Como agarrar um milionário (1953) ), Marilyn Monroe

como agarrar um milionario

O pecado mora ao lado (1956), Marilyn Monroe

o pecado mora ao lado

Os acontecimentos e as mudanças do final do século XX influenciaram constantemente na moda principalmente para os jovens. A partir dos anos 60, jovialidade foi a palavra do momento aliada a novas tecnologias para as matérias-primas. Até os anos 90 quem define a moda são os jovens.  E hoje vivemos constantes releituras, parece que tudo já foi criado e modificado. Agora nos resta sermos criativos para reinventarmos uma nova maneira de vermos a moda.

Década de 60

Bonequinha de luxo (1961), Audrey Hepburn

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A bela da tarde (1967),Catherine Deneuve

a bela da tarde

Crown,o magnífico (1968), Steve McQueen e Faye Dunaway

Crown-O-Magnifico

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Por Elizangela Gomes – Professora do núcleo de criação da Sigbol Fashion.

Referencia: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 1920 e 21.

O desenvolvimento do processo criativo

No meio da moda, estamos sempre falando, escrevendo e ouvindo falar sobre criatividade. Mas você já parou para pensar no que é essa tal criatividade?

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A criatividade já foi definida pela ciência e por diversos pensadores como uma das grandes capacidades humanas, pois faz parte do impulso biológico cerebral que incita a evolução da espécie. Portanto, todos a carregam dentro de si. O que muda de um indivíduo para o outro é o quanto ela é ou foi desenvolvida ao longo dos anos, além de qual perfil criativo cada pessoa tem, pois o fenômeno da criatividade se manifesta não somente na arte em geral, mas nos contextos sociais, políticos, científicos, etc.

Apesar das divergentes definições técnicas do termo, sabemos com segurança que a criatividade existe a partir do momento em que ocorre a percepção de um problema (ou necessidade) que precisa ser resolvido. A partir do pensamento sobre ele, a criatividade é que se encarrega de nos trazer soluções, passíveis ou não, para o mesmo. Sem título-1

O processo criativo se resume a 4 passos, bem definidos:

#1 percepção do problema ou desafio

#2 a teorização (convertê-lo em modelo teórico ou mental, usando, por exemplo, métodos de comparação com situações anteriores)

#3 consideração da solução (criação da solução, após estudo das possibilidades)

#4 produção da solução (individual ou em equipe, significa converter a ideia mental em prática).

Todo processo deve ter, necessariamente, começo, meio e fim.

Na moda, esse processo começa sempre na resposta para três perguntas básicas, antes de qualquer croqui ou peça:

Pergunta 1: por que a criação?

Pergunta 2: pelo que?

Pergunta 3: para quem irá fazê-lo?

Quaisquer sejam as respostas para essas perguntas, é a partir delas que a coleção começará a se definir. Depois desta base, virão o processo de pesquisa, as determinações para ela, e o trabalho de criação em si, que virá acompanhado das resoluções de problemas, durante a confecção, ou anteriormente, quando da aprovação dos modelos.Sem título-1

O mais importante é lembrar que todos temos o gene da criatividade dentro de nós, mas precisamos dimensioná-lo para o foco que pretendemos atingir. Como qualquer habilidade emocional humana, a criatividade também cresce de acordo com nosso próprio desenvolvimento.

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Por Haranin Julia Maria – Professora do núcleo de moda da Sigbol Fashion

Referências: 1, 2, 3, 4 e 5

Estilista, como vender seu trabalho?

Hoje quero falar com vocês, estilistas ou futuros estilistas. Quero dar umas dicas de como podem divulgar seus trabalhos.

Na profissão de estilista podemos trabalhar para uma marca ou grife famosa, criando suas coleções, podemos trabalhar para marcas menores também, como as confecções localizadas na região do Braz (Polo Moda) e Bom Retiro na criação das peças.

Mas também é possível trabalhar para mais de uma marca ao mesmo tempo. Isso seria um trabalho de freelancer. Você cria coleções distintas para marcas ou confecções diferentes.

E quero dividir com vocês um meio de divulgação dos meus trabalhos como estilista, mostrando uma maneira diferente de prestar esse serviço. Nesse ano, criei um site: I Love Fashion Virtual, que funciona por assinatura, onde crio uma coleção e coloco os modelos nesse site! Os modelos podem ser baixados e imprimidos pelas confecções na hora que quiserem e depois é só passar para o modelista reproduzir as peças.

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Apenas assinando o site é que o cliente (confecções e marcas) tem acesso a esses modelos. É uma forma de vender meu trabalho via internet!

No site, o cliente encontra informações de Tendências, Cartela de Cores da Estação, Tecidos e Estampas que estarão em alta, a coleção (no caso verão 2015) e também coloco modelos usados nas Novelas e pelas principais Blogueiras.

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Para você, jovem estilista que está começando agora, uma dica é criar um blog e colocar suas criações lá, para funcionar como um portfólio online mesmo. Isso facilita até mesmo para as marcas que querem contratar seus serviços!

Gostou da ideia? Então corra e monte o seu agora mesmo!!

#ficaadica

Por Andreah Muniz – professora de Personal Stylist da Sigbol Fashion

Referências: 1