Novo programa – Curso de Customização

A Sigbol Fashion está com muitas novidades!!! Além das palestras que acontecerão nesse mês, uma delas com o nosso Coordenador de cursos Dudu Bertholini e outra com um dos nomes mais influentes no mundo da moda, Paulo Borges.
Mais uma novidade é o nosso novo programa do curso de Customização, que acabou de sair do forno com muuuitas novidades incríveis!!!
Nesse curso são ensinadas 28 técnicas de customização utilizando diversos tipos de materiais. Venha estudar com a gente!!!

 

História da moda em filmes – Edição Idade Média

Amores proibidos, armaduras imponentes, chapéus pontiagudos e tecidos suntuosos traduzem um pouca da  Idade Média , fonte rica de inspirações para  grandes criadores . Confira abaixo filmes que marcaram época e até hoje são referências para novos produtos.

Idade Média

Joana D’Arc  (1999) Milla Jovovic , retrata a indumentária de 1429.

Joana-D’Arc

Lancelot  – O Primeiro Cavaleiro (1995) Sean Connery, Richard Gere, Julia Ormond, retrata a indumentária do século XV.

lancelot

As Brumas de Avalon (2001) Anjelica Huston, Julianna Margulies, Joan Allen, Samantha Mathis e Michael Vartan, retrata a indumentária do século XV.

as brumas de avalon

Rei Arthur (2004)Clive Owen, Keira Knightley, Ioan Gruffudd, Stephen Dillane, Stellan Skarsgård, retrata a indumentária do século XV.

Rei_Arthur

Tristão & Isolda (2006) James Franco e Sophia Myles, retrata a indumentária do século XV.

tristão e Isolda

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Por Elizangela Gomes – Professora de moda da Sigbol Fashion

Referencias: 1, 2, 3, 4 e 5.

História da moda em filmes – Edição Século XIX Romantismo e Crinolina

Opondo-se a simplicidade da moda Império ,no  período do romantismo  ao período vitoriano o volume e o exagero retornam ao guarda roupa feminino, neste período a cintura aparece mais fina, devido ao volume dos ombros com mangas exageras e da roda das saias, adeus liberdade a mulher novamente está cheia de camadas de roupas.

Moda Romantismo (1820 – 1840)

Drácula  de Bram Stoker (1992 Francis Ford Coppola ), Anthony Hopkins,Gary Oldman,Keanu Reeves e Winona Ryder.

drácula

http://oarquivo4.blogspot.com.br/2012/12/dracula-de-bram-stoker-dracula-1992.html

Moda Crinolina – Era Vitoriana (1840 – 1875)

A época da inocência (1993), Winona Ryder, Michelle Pfeifer,Daniel Day-Lewis,Alexis Smith,Jonathan Pryce,Geraldine Chaplin,Robert Sean Leonard e,Joanne Woodward.

a época da inocencia

O Piano (1993 Jane Capion),Holly Hunter e Harvey Keitel

o piano

Sissi a Imperatriz (1956) ,Romy Schneider.

sissi1

Rainha Vitória (2009), Emily Blunt e Rupert Friend.

rainha vitoria

Anna e o Rei (1999),Jodie Foster e Chow Yun-Fat.

anna e o rei

E o Vento Levou (1939),Margaret Mitchell e Clark Gable.

vento_levou

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Por Elizangela Gomes – Professora de moda da Sigbol Fashion

Referencia: 1, 2, 3 e 4.

História da moda em filmes – Edição antiguidade

A história da moda revela muito sobre cada época, como o status social, a cultura e as mudanças do mundo.

Os filmes antigos ou atuais são fontes ricas de informações sobre figurino que revela a personalidade e a identidade de cada personagem.

Mas para reproduzir um figurino, seja ele de época ou de moda atual, é preciso fazer muita pesquisa e além de ver filmes, visitar museus, ler livros sobre a história da arte…

Estilistas, designers de moda ou futuros profissionais podem usar os figurinos que veem nos filmes como referência para suas criações. Já há algum tempo, o cinema é uma fonte rica para futuras tendências de moda.

Abaixo alguns filmes que ninguém pode deixar de ver:

Cleópatra – 1963: estrelado por Elizabeth Taylor. Retrata a indumentária egípcia e romana.

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Tróia – 2009: estrelado por Brad Pitt. Retrata a indumentária grega.

Tróia

Helena de Tróia Paixão e Guerra – 2010: estrelado por Sienna Guillory. Retrata a indumentária grega.

helena de troia

Bem Hur – 1959: retrata a indumentária romana.

Ben_Hur

Gladiador – 2000: estrelado por Russell Crowe. Retrata a indumentária  romana.

GladiadorPoster

Alexandre, o Grande – 2004: estrelado por Collin Farrel e Angelina Jolie. Retrata a indumentária romana.

alexandre

A Queda do Império Romano – 1964: estrelado por Sophia Loren. Retrata a indumentária romana.

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Conan, o bárbaro  – 2011: estrelado por Jason Momoa. Retrata a indumentária dos bárbaros.

OG Covers / Oghido

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Por Elizangela Gomes – Professora de moda da Sigbol Fashion

Referências: 1, 2, 3, 45 e 6.

Uma história íntima

Do pantaloon ao fio dental

Já postamos no blog a origem da roupa intima neste post, agora falaremos um pouco mais sobre a evolução ou diminuição dessa peça de roupa tão importante!

calcinhas

A calcinha tem mais de 200 anos, essa peça passou por muitas mudanças desde então. Surgiu no século XVIII com os pantaloons e ficou com esse formato até o final do século XIX. Nesta época tivemos tantas mudanças para as mulheres, como a conquista pelo direito ao voto, o direito às aulas de Educação física nos colégios e com a onda do culto a saúde, as mulheres conquistam o direito de usarem roupas mais leves, as quais geralmente pesavam mais de três quilos, assim as calçolas foram confeccionadas em tecidos mais leves, como por exemplo, a camurça foi substituída por uma lã.

roupas íntimas da década de 10

roupas íntimas da década de 20

Com a chegada do século XX, as mulheres ganharam roupas em formas mais curvilíneas, assim as peças de baixo não poderiam ser tão volumosas. Nesta época, a seda era vista como uma escolha natural é claro somente paras as mulheres mais ricas. Para as mulheres mais simples que sabiam costurar, o material mais usado pra confeccionar suas peças íntimas eram os sacos de algodão, que as mercearias usavam para embrulhar farinha, açúcar ou arroz, essa prática durou até meados da Segunda Guerra Mundial. Entre o período da Primeira e da Segunda Guerra mundial surge o Rayon, um novo tecido com o toque acetinado, com aparência de seda e com um preço bem em conta, rapidamente foi adotado para confeccionar as peças intimas das mulheres.

roupas íntimas da década de 30

Durante a Primeira Guerra Mundial foram fabricadas combinações mais curtas (até os joelhos) e em tecidos mais leves como a cambraia com apliques de rendas nas barras, essas peças refletiam a onda de liberdade que marcou esse período.

roupas íntimas da década de 40

Já durante a Segunda Guerra Mundial, devido à escassez de matéria primas, as mulheres voltaram as usar suas agulhas de tricô pra confeccionar todos os tipos de roupas incluindo calcinha e baby-dolls. Já as mulheres que serviam nas Forças Armadas recebiam calcinhas em tons utilitários, como cáqui, marinho, preto ou cinza e a modelagem era considerada a mais adequada para ser usada por baixo da saia na altura dos joelhos que compunha o uniforme. Essa calcinha logo foi apelidada de “espanta homens”, essa peça intima tinha um elástico na cintura e na altura das cochas para a mesma ficar bem agarrada ao corpo.

roupas íntimas da década de 50

Com o fim da Segunda Guerra mundial Christian Dior trouxe de volta a silhueta curvilínea e as lingeries vaporosas para o guarda-roupa feminino. Em meados dos anos 50 a modelagem mais usada ainda era o caleçon, mas as moças mais jovens tinham preferência ás subguetes mais justas e curtas. Elas eram confeccionas em náilon, liso ou estampado, com tecidos de acetato e muitas vezes recebiam acabamento de babados e rendas também sintéticos, mais fáceis de lavar e conservar.

roupas íntimas da década de 60

Na década de 60, o alcance dos tecidos de náilon e poliéster aumentou rapidamente. A moda pedia trajes femininos cada vez mais curtos e para acompanhar essa tendência, a lingerie tinha que ser mais ajustada ao corpo, como a calcinha tipo biquíni feitas de náilon stretch, ou as cores eram vibrantes com padronagens chamativas como amarelo-limão, rosa-choque, roxo, laranja, dentre outras. As  mulheres mais tradicionais ainda preferiam as peças intimas brancas ou em tons pastel.

roupas íntimas da década de 70

Logo apareceu o fio dental, uma única tira fina de tecido, ás vezes com enfeites aplicados costurada a uma faixa de elástico ao redor da cintura. Uma grande novidade criada pela Calvin Klein em meados dos anos 80 foi uma linha de cuecas para homens e mulheres.

No decorrer dos anos essa pequena peça sofreu muitas modificação, antes ela era necessária para cobrir a vergonha das mulheres recatadas, depois foi adaptada de acordo a mudança do vestuário, hora mais larga, cintura mais alta ou mais baixa, ou sem quase tecido.

Hoje essa peça vive releituras de épocas anteriores como as hot pants que foi muito usada nos anos 40 e 50, com novos tecidos e recortes. A calcinha também é sinônimo de sensualidade ou praticidade.

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Por Elizangela Gomes – Professora de moda da Sigbol Fashion

Referências: HAWTHORNE, Rosemary. “Por baixo dos panos: a história da calcinha”. São Paulo: Editora matrix, 2009.